segunda-feira, 13 de novembro de 2017

Ex-aluno fala sobre a metodologia do Curso de Formação de Praças da PMPA

Boa tarde professor, sou graduado em nível superior e fui seu aluno no CEFET, em 2008 ou 2009 no curso de eletrotécnica! Muito interessante esse seu vídeo, pois eu estava no curso de formação e antes de ir para polícia militar, o que era um sonho meu, eu pertencia a Aeronáutica do Brasil, instituição na qual servir por 4 anos até passar no concurso da polícia.

No entanto, pedi meu desligamento do curso, por não entender essa metodologia deles, em decorar diversas canções, canções que nem são da instituição, e o pior, ter que copia-las diversas cópias em folhas de papel a próprio punho, que pra mim, me desculpe se estiver equivocado, é uma bela de uma sacanagem! nem na aeronáutica fui obrigado a aprender a canção do cisne branco canção essa da marinha do Brasil, claro tive que aprender canções militares sim, mas somente canções que realmente nos interessavam e que pelos motivos os quais o senhor explicou muito bem, que é para trazer um sentimento a qual pertencemos em quanto instituição...

Resumindo, pensei ser algo mais sério e que eu faria um curso por excelência sério e com os devidos rigores militares.

Meu sentimento é de frustração, agora estou em busca de seguir carreira na minha área de formação! Abraços professor, suas aula de filosofia ministrada no CEFET até hoje estão na memória.

Quando resolvi solicitar meu desligamento, todos ficaram surpresos, devido eu vir da vida militar , como lhe falei, eu era militar, mas é como o senhor falou, eu resolvi sair pq vi que falta muito profissionalismo, isso dos hinos e as cópias a serem escritas não passam de uma sacanagem, existem sim militares bem capacitados para estarem lá , mas não sei de onde eles tiraram essa forma de levar um curso, que tinha tudo pra ser um curso altamente qualificado! 

domingo, 8 de outubro de 2017

Manifesto em defesa da ilegalidade

O manifesto, abaixo transcrito, dos reitores da Rede Federal é uma vergonha. Eles falam em tratamento CRUEL e DESRESPEITOSO por parte de alguns segmentos da Justiça, Polícia, MP e Mídia. Se é verdade, porque não contratam um advogado e representam no CNJ, CNMP, CORREGEDORIA DA PF, ETC, ou ingressam com ações judiciais contra os agentes que agiram dessa maneira?

Como sabem que os seus argumentos não possuem sustentação lógica e jurídica, ficam, como secundaristas, fazendo ABAIXO-ASSINADOS com teor genérico e corporativista, com o claro propósito de escamotear a inépcia com que conduzem a coisa pública.


Quando integrantes da elite do serviço público, com todos os meios de ação que possuem, se reúnem para fazer uma simples cartinha de repúdio, sem adotar qualquer ação efetiva contra o mal que alegam ter sofrido, é porque o mal não existe de fato, mas subsistem apenas os seus interesses torpes de obstaculizar a ação dos órgãos de controle.

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Manifesto dos reitores da Rede Federal
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Os integrantes do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif) vêm a público manifestar repúdio ao tratamento cruel e desrespeitoso destinado aos dirigentes públicos que, em nome do combate à corrupção, têm sofrido toda sorte de humilhações e pré-julgamentos por alguns segmentos dos órgãos de controle, Justiça Federal, Polícia Federal e da mídia.

A apuração e a transparência são princípios essenciais no serviço público, mas acusações e distorções antes da finalização dos processos investigativos levam os gestores públicos a um linchamento moral e ético, insuportável para quem atua com esmero, cuidado e responsabilidade. Investigações devem transcorrer no rigor da lei e da transparência, mas nunca na presunção da culpa, bem como há que se respeitar os direitos individuais, a ampla defesa e o contraditório. Nesse sentido, entende-se que a punição é imprescindível, quando comprovada a ocorrência de desvios ou ilegalidades. Entretanto, muitos gestores públicos têm sido condenados antes de serem julgados.

A culminância dessa criminalização generalizada resultou, recentemente, no falecimento do reitor da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Luiz Carlos Cancellier, que não suportou uma ação judicial, policial e midiática de proporções inimagináveis. Foram mais de 100 policiais federais envolvidos em uma operação criada para prender sete professores que sequer foram previamente intimados para depor ou prestar esclarecimentos – tudo devidamente filmado e fotografado para induzir a sociedade ao pré-julgamento. Além disso, manchetes em todas as mídias o condenaram por desvios de milhões (?) antes da conclusão do processo judicial.

Esses são fatos que sugerem uma campanha sórdida para o descrédito das instituições, dos servidores e dos gestores públicos. Infelizmente, isso custou a vida de um reitor que se sentiu isolado e encurralado num processo espetaculoso. Que a dor coletiva e a perplexidade social, provocada por essa perda, nos leve a reflexões e mudanças tão necessárias em um País polarizado que coloca tudo e todos no mesmo patamar de imoralidade!

Não mais se exige prova de culpa, basta uma interpretação razoável do direito que permita sustentar um ponto de vista jurídico e a condenação se faz sistematicamente, em nome da transparência e do controle social.  Enquanto isso, sepulta-se o Estado de Direito.

Os integrantes do Conif reconhecem os avanços no – necessário – controle social das instituições públicas, graças aos órgãos de fiscalização.

Este manifesto se propõe a alertar sobre os riscos que o desrespeito às instituições democráticas e aos direitos humanos impõem ao Estado Brasileiro e contribuir criticamente para aperfeiçoar e o fortalecer as instituições, o que, no entendimento deste colegiado, só é possível a partir do resgate do ordenamento jurídico, em obediência à Constituição Federal.

Manifesto aprovado na 79ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica (Conif), realizada em Poços de Caldas (MG) nos dias 4 e 5 de outubro de 2017.

quinta-feira, 27 de julho de 2017

A NOTA DE "DESESCLARECIMENTO" dos reitores CONDENADOS Cláudio Alex e André Moacir (Ou: “A dupla dinâmica do IFPA”)

Para "desesclarecer" a comunidade iefepeana e a sociedade em geral, Cláudio Alex e o seu pupilo, André Moacir, publicaram uma NOTA, com a qual tentaram imputar a responsabilidade pela condenação que sofreram, por descumprimento de ordem judicial, ao professor Kleber de Sá Paiva. Segundo a dupla de gestores desidiosos, foi o professor Kleber de Sá Paiva quem agiu de forma irregular ao não assumir o cargo para o qual foi habilitado, nomeado, demitido e, após pagar um advogado e obter uma liminar, reintegrado. Infere-se da “NOTA” que o professor passou quase um ano litigando contra a gestão do IFPA para depois, sem qualquer motivação aparente, desistir do cargo que conquistara. Tudo indica que esse fato constitui um raro caso de “depressão pós-nomeação”. 

Alex e André asseguraram peremptoriamente que a culpa foi do professor, pois publicaram no Diário Oficial da União a anulação de sua demissão, em novembro de 2016, e desde essa data kleber “não deu as caras” no instituto para reassumir suas funções, logo, segundo suas profundas análises,  o juiz federal teria sido induzido em erro pelo autor da ação. Mas, se a portaria que revogou a demissão do professor foi publicada em novembro do ano passado e o professor, até a presente data, não retornou ao trabalho, por que Cláudio Alex e André Moacir não adotaram as providências legais para corrigir essa ilegalidade? (ou tomaram e se esqueceram de colocar na NOTA?).

Certamente nada fizeram por acreditarem que a simples publicação no Diário Oficial da União (que tem quase a mesma audiência das novelas da Rede Globo) bastaria para dar cumprimento à decisão judicial que readmitiu o professor Kleber. Quando o beneficiado é inimigo da gestão, normalmente, ele só recebe notificações pessoais quando é acusado em Processo Disciplinar. Se a notícia é boa, é preciso, com “olhos de lince”, decifrá-la no confuso DOU.

Porém, mesmo que admitamos que o professor Kleber tenha falhado ao não reassumir o cargo após a publicação da portaria, em novembro de 2016, é estranho que Alex e André nada tenham feito para sanar essa desconformidade administrativa, salvo se eles acharam normal um professor ser reconduzido ao cargo e, decorridos 08 meses, ele não aparecer para exercer as suas funções. Poderíamos pensar que ocorreu um mero esquecimento do fato ou ainda ignorância de como proceder nesse caso, mas como se trata de alguém que processou judicialmente a dupla de gestores, a hipótese mais razoável é a do “golpe do João sem Braço”, isto é, fingir que nada sabiam sobre o retorno do professor Kleber para caracterizar o seu desinteresse em reassumir o cargo, mas, para infelicidade da dupla dinâmica do IFPA, o tiro saiu pela culatra, porque o professor se antecipou e comunicou a desídia de Alex e André ao Poder Judiciário, o qual, convencido da má fé de ambos, os condenou exemplarmente.
  
 Ao revés, para o mais pio dos crentes se convencer que os reitores do IFPA são santos e não mereciam a condenação judicial em epígrafe, seria necessário que ambos respondessem às questões substantivas que envolvem esse imbróglio, que sintetizo nos seguintes questionamentos:

1 - Se o professor substituto, ao ser reconduzido ao cargo, estivesse no seu pleno exercício, mas não compareceu ao órgão para reassumir as suas funções, por que Alex (ou seu fiel escudeiro André) não instaurou uma SINDICÂNCIA por ABANDONO DE CARGO, como manda a lei 8.745/93?

2 – Por outro lado, por que a dupla de gestores Não ANULOU a nomeação do professor, na hipótese de ele não ter tomado posse no cargo para o qual foi nomeado, posto que, até hoje, ele não apareceu para reassumir as suas funções?

3 - E ainda, por que Alex (ou André), ao perceber que o professor Kleber não compareceu ao IFPA para reocupar o cargo, não comunicou ao juiz que cumpriu a sua determinação com uma PUBLICAÇÃO NO DOU, mas o professor não compareceu ao órgão, demonstrando o seu desinteresse em consumar o objeto da lide, o que inviabilizaria qualquer possibilidade de o magistrado se convencer da prática de descumprimento de DECISÃO JUDICIAL de ambos?

Assim, se os reitores condenados tivessem respondido satisfatoriamente a esses e outros questionamentos lógicos, penso que deveríamos conceder-lhes o benefício da dúvida, mas, como se empenharam mais em desinformar que esclarecer os fatos, tudo indica que a DUPLA DINÂMICA do IFPA possui alguma culpa no cartório.

De Ary a Alex, o que mudou no IFPA?
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Esta é a nota de "desesclarecimento" dos reitores do IFPA:

"A Reitoria do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA) ciente de seu compromisso e zelo no contrato de servidores concursados ou substitutos, entende ter cumprido todas as determinações judiciais referente ao processo nº 1000336-97.2016.4.01.3900 e comunica à comunidade acadêmica que irá recorrer da decisão.

O referido processo foi pauta da imprensa no dia 19 de julho. De acordo com a matéria, o juiz alega que a Reitoria teria descumprido uma decisão judicial, não efetuando a recontratação de um docente que trabalhou como professor substituto do Instituto no período de junho a setembro de 2016. A informação não leva em consideração todo o processo de contratação feito pelo no Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos Federal – SIAPE, não ficou claro ao leitor que a Reitoria cumpriu o que lhe cabia realizar.

A Reitoria do IFPA tomou conhecimento, no dia 24 de novembro de 2016, da decisão judicial referente ao processo nº 1000336-97.2016.4.01.3900, porém entende que não houve descumprimento da decisão, pois, em cinco dias, respeitando o prazo legal, tornou sem efeito o desligamento do docente, que na data da efetivação de sua contratação possuía vínculos com a Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA), o que o impedia de ser cadastrado no Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos Federal (SIAPE). A Reitoria do IFPA, através da Portaria 1.699 publicada no Diário Oficial da União em 29 de novembro de 2016, recontratou o professor em respeito à decisão judicial.

No entanto, até a data de 25 de julho de 2017, aproximadamente dez meses após a recontratação, o docente não compareceu à Reitoria do IFPA nem ao Campus em que foi lotado, mesmo com comunicação publicada no Diário Oficial da União, consequentemente não reassumindo suas funções.

Tão logo a Reitoria do IFPA seja notificada, irá recorrer da decisão judicial que multa a instituição por descumprimento. A Reitoria reafirma seu respeito à justiça e reitera seu compromisso com a legalidade e com a transparência de seus atos.

ASOM IFPA/Reitoria"

terça-feira, 25 de julho de 2017

O MST, as Forças Armadas e a força bruta. (Ou: "Um pouco de lógica não faz mal a ninguém")


Quem detém, de fato, o monopólio da força bruta não é o MST, mas as Forças Armadas, logo quem defende o uso desse artifício pelo MST, na ocupação de fazendas de políticos corruptos, certamente não se oporá àqueles que defendem o uso da força bruta pelas Forças Armadas para afastar políticos que procedem de forma incorreta no exercício do mandato, afinal, em ambos os casos, a justificativa será a mesma: retirar do poder um bando de corruptos.

Um pouco de lógica não faz mal a ninguém.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

De forma obscura, via whatsapp, o reitor do IFPA, Cláudio Alex, se defendeu da condenação judicial imposta pela Justiça Federal. (Ou: “A gestão whatsapp”)

Sendo coerente com a sua obscura gestão, o professor Cláudio Alex, Reitor do IFPA, usou a rede social fechada “whatsapp” para se defender da condenação judicial imposta pela 1ª Vara da Justiça Federal no Pará. Alex e seu substituto, André Moacir, foram condenados a pagar multa por desobediência à ordem Judicial que determinou a reintegração do professor KLEBER DE SÁ PAIVA e o pagamento dos salários vincendos do mestre.

Mas como coerência não é o seu ponto forte, Alex não utilizou o site do IFPA, nem pediu “direito de resposta” ao jornal que noticiou o fato, mas optou em encaminhar uma nota, via whatsapp, aos diretores de campi e diretorias sistêmicas do instituto, para que esses a difundissem para os demais servidores subordinados. Tudo na mais absoluta surdina, como manda o manual da atual gestão iefepeana. Afinal, o que esperar de quem administra a coisa pública, há mais de 02 anos, sem possuir sequer um PLANO DE GESTÃO?

Segundo a boa lógica, a resposta a qualquer declaração injuriosa, deve ter, no mínimo, a mesma amplitude do discurso difamatório. Se a notícia da condenação foi anunciada na mídia aberta, não faz sentido apresentar contestação num grupo fechado de rede social.   

De qualquer forma, em sua nota oficiosa, Alex declarou-se surpreso com a condenação sofrida e alegou, peremptoriamente, que jamais descumpriu qualquer ordem judicial. Para comprovar que não transgredira, juntou a foto da portaria nº 2275/2016, de 28 de novembro de 2016, com a qual TORNOU SEM EFEITO o ato que “TORNOU SEM EFEITO” a nomeação do Professor Kleber Paiva, tudo, segundo ele, como manda o figurino. Juntou ainda as fotos do Diário Oficial e da resposta eletrônica endereçada à Justiça Federal em 03 de fevereiro de 2017. Ora, se tudo estava “dentro dos conformes”, por que Alex, o seu substituto e o IFPA foram condenados? Teria o Juiz Federal Henrique Cruz se equivocado ao lavrar a sentença?  

Como normalmente o oficioso não substitui o oficial, Alex prometeu que, em breve, fará um comunicado publico, esclarecendo esse episódio judicial iefpeano. Ademais, a única coisa certa é que, até hoje, o professor KLEBER DE SÁ PAIVA não apareceu no Portal da Transparência do Governo Federal como professor do IFPA, nem consta que tenha recebido qualquer valor pecuniário, a titulo de vencimento, pela atividade laboral que exerce no instituto, mas certamente esse fato constitui apenas mais um mal entendido que, no momento oportuno, será devidamente esclarecido pelo reitor (tomara que não seja via WHATSAPP).

Link do Portal da Transparência do Governo Federal:

http://www.portaldatransparencia.gov.br/servidores/OrgaoLotacao-ListaServidores.asp?CodOrg=26416&Pagina=79          

quarta-feira, 19 de julho de 2017

CLÁUDIO ALEX e ANDRÉ MOACIR, Reitor e Reitor Substituto do IFPA, respectivamente, são condenados por descumprimento de ordem judicial (Ou: "A desídia e a desídia substituta do IFPA")

Reitor e reitor substituto do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA), bem como a própria instituição, foram condenados pela Justiça Federal a pagar R$ 180 mil, por terem desrespeitado decisões liminares que os obrigavam a regularizar situação de um professor que teve sua contratação desfeita e ficou sem receber salários referentes a dois meses em que efetivamente trabalhou.

"O brilho da oração de Paulo Freire - Educação não transforma o mundo. Educação muda as pessoas. Pessoas mudam o mundo - ganha tons lúgubres, quando a lei é descumprida e decisões judiciais que determinaram sua realização são desrespeitadas por magníficos reitores", diz o juiz federal substituto da 1ª Vara, Henrique Jorge Dantas da Cruz, que assinou a sentença nesta quarta-feira (19).

Na decisão, ele condenou o reitor do IFPA, Cláudio Alex Jorge da Rocha, a pagar multa de R$ 26 mil em favor do professor prejudicado. O reitor substituto André Moacir Lage Miranda terá de pagar R$ 52 mil e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará, R$ 102 mil, por considerar que agiram, segundo expressões da sentença, "com desdém às autoridades públicas".

O magistrado avalia na decisão que o valor total R$ 180 mil é "adequado para compensar a parte autora, sem ensejar indevido enriquecimento, pelo fato de as decisões judiciais que tutelaram seu direito nunca terem sido cumpridas". Para Henrique Jorge Cruz, a condenação pecuniária também é "suficiente para, ao menos inicialmente, legar à coletividade exemplo expressivo da reação da ordem pública contra essa conduta de menos cabo antirrepublicano, apesar de infelizmente não ter conseguido desestimular as autoridades de atuarem de forma ilegítima."

Aprovação - No mandado de segurança que ajuizou na Justiça Federal, em 9 de novembro de 2016, o professor relata que, em abril daquele ano, o Diário Oficial publicou resultado de processo seletivo simplificado em que ele foi aprovado, em primeiro lugar, para o cargo de professor substituto. Em junho, o impetrante passou a desenvolver normalmente suas atividades e começou a ministrar aulas.

Segundo o autor do mandado de segurança, seu contrato foi assinado somente em junho de 2016. Diante da extrema demora para a efetiva da formalização de sua contratação, ele requereu, em agosto, que o IFPA pagasse seus salários de junho e julho de 2016. Em setembro, no entanto, o professor disse ter sido informado que o Instituto não manteria seu contrato, sob a justificativa de que ele já teria vínculo como professor substituto da Universidade Federal Rural da Amazônia até 31 de junho de 2015, ou seja, 24 meses antes de ingressar no IFPA, daí não ser possível nem mesmo pagar os salários correspondentes ao exercício funcional.

O juiz considerou, no entanto, que a pretensão do professor é amplamente acolhida pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) e pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), já que a Lei 8.745/1993 proíbe a renovação da contratação temporária, se for para o mesmo cargo, perante o mesmo órgão público, o que não ocorre neste caso, uma vez que seu vínculo anterior era com a Universidade Federal Rural da Amazônia.

Descumprimentos - A sentença relata que a primeira liminar, ordenando ao IFPA que regularizasse a situação do professor, foi concedida em 22 de novembro. O reitor foi notificado no dia seguinte. Em 28 de novembro, o professor voltou ao Juízo para informar que a liminar ainda não havia sido cumprida. Em 2 de fevereiro, a 1ª Vara reforçou determinações ao Instituto, que foi notificado no dia 3, através do reitor substituto. A liminar continuou sem cumprimento até 20 de fevereiro, o que levou o Juízo a emitir, no dia 22, novo mandado ao IFPA.

"Em um país em que as leis, os contratos, os acordos e os princípios, que protegem e tentam melhorar a vida em sociedade, são comprometidos em nome da busca de satisfação pessoal, resta apenas o Poder Judiciário, como a última trincheira antes da ausência de civilidade, de cidadania e de autoridade capaz de manter o equilíbrio da sua estrutura política e social. A inquietação surge quando, como no presente caso, o Poder Judiciário não consegue manter a higidez do 'contrato social'", diz a sentença.

Para o juiz federal, "o descumprimento das decisões judiciais (que ainda persiste), somado à falta de qualquer obstáculo concreto e veraz enfrentado pelos magníficos reitor e reitor substituto do IFPA, revela desassombrado descaso com o Poder Judiciário. Nesse quadro, o sistema jurídico determina, como pontapé inicial, a condenação em valores pecuniários àqueles que insistem em desdenhar de decisões judiciais."


Fonte: Organizações Rômulo Maiorana

quinta-feira, 13 de julho de 2017

O paradoxo trabalhista nas redes sociais (Ou: “O falso humanismo no mundo cibernético”)

Muitas pessoas que hoje, nas redes sociais, se expressam acintosamente contra a REFORMA TRABALHISTA, alardeando palavras ofensivas contra o Governo e o Congresso Nacional, enfiaram as suas línguas nos cus quando os MÉDICOS CUBANOS foram importados para serem EXPLORADOS (sem quaisquer diretos trabalhistas pátrios) em solo brasileiro.
Em suma, suas opiniões mudam ao sabor de quem eles desejam contestar. SÃO OS HIPÓCRITAS CIBERNÉTICOS!

As “BIBIS” do Senado (Ou: “A insanidade como estratégia política”).

A ocupação da mesa diretora do Senado pelas Senadoras Fátima Bezerra, Glaisi Hoffmann, Regina Souza e Vanessa Grazziotin representa um perfil comportamental feminino bastante comum nesta terra sem lei, exemplarmente retratado pela personagem transloucada BIBI da novela “A força do querer”. A Bibi, para quem não sabe, movida por um sentimento injustificável, abandonou tudo para fugir com o marido traficante. Numa sociedade sem parâmetros éticos, é consentido às mulheres, por amor ou por pura loucura mesmo, agir exclusivamente pelos instintos, como seres guiados exclusivamente pelos desejos. O pior é que esse destrambelho comportamental foi de tal forma incorporado ao patrimônio existencial feminino, que muitas mulheres, como as ilustres senadoras, o utilizam para atingir os mais escusos objetivos.
Nesta república de bananas, até a insanidade feminina é utilizada como estratégia política.

O “São Lula” e os petistas empedernidos (OU: “Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”)

Só a devoção divina aliada a doses cavalares de ignorância pode explicar a defesa que alguns militantes fizeram (e fazem) do ex-presidente Lula, após a sua condenação a 09 anos de prisão, pelo Juiz Federal Sergio Moro.

Os principais argumentos dos petistas empedernidos contra a decisão do juiz são a de que Moro não foi parcial no curso do processo e ignorou provas consistentes apresentadas pela defesa.

Ora, não é preciso ir longe para perceber que essas teses são fruto da mais básica ignorância de como funciona um processo judicial, principalmente quando se possui os serviços dos mais caros e competentes advogados da república, como foi o caso do Lula.   

Primeiro, os competentes advogados de Lula arguiram, ao longo do processo, que durou mais de 02 anos, a SUSPEIÇÃO DO JUIZ perante as instâncias superiores da Justiça brasileira, sem lograrem êxito, o que demonstrou que essa tese não foi acolhida por desembargadores que examinaram os argumentos a eles submetidos.

Depois, todas as DECISÕES INTERLOCUTÓRIAS (proferidas ao longo do processo) de Moro, como juntada de provas documentais, depoimentos de testemunhas, perícias, etc., também foram contestadas pela competente defesa de Lula nos tribunais competentes, porém, mais uma vez, quase a totalidade das decisões do juiz foi confirmada por essas instâncias recursais.

Diane desses fatos processuais, somente a devoção e o pleno desconhecimento dos ritos processuais pode justificar os ataques insanos que os adoradores de Lula fizeram contra o Juiz e sua abalizada sentença.

Por isso, para não passarmos vergonha, mesmo nas redes sociais, e salvarmos nossas almas, convém saber distinguir uma proposição CIENTÍFICA de uma RELIGIOSA, afinal, para contestar quem pensa de forma divergente é necessário atacar a substância dos fatos, jamais os seus elementos acidentais (como adjetivar o portador do pensamento), posto que, cedo ou tarde, quando se procura com honestidade intelectual, a verdade aparecerá. Ademais, nem no juízo final a ignorância dos fatos é causa justificadora dos nossos pecados e, certamente, nossas almas arderão no fogo do inferno.


“Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará (João, 8:32)”

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Professor do Campus Marabá do IFPA é acusado de assediar aluna, menor de idade.

Professor do Campus Marabá do IFPA é acusado de assediar uma aluna da instituição. A jovem, menor de idade, foi transferida do Campus, pelos pais, para outra instituição de ensino. Até o momento a Direção do Campus não adotou qualquer providência administrativa sobre o caso, mas o professor Walber Wolgrand, após receber a conversar completa do assédio, via zap, notificará o reitor do IFPA, o MPF e o Conselho Tutelar para acompanhar o caso. A Ouvidoria do IFPA também será cientificada.     

terça-feira, 18 de abril de 2017

O "couro de mica": uma história sem fim (Ou: O "tris in idem" da incompetência ifpeana)


Memorando nº. 003/ 2017 – Wolgrand
Belém, 17 de abril de 2017.

Sr Diretor Geral do Campus Belém do IFPA

Assunto: Solicitação de informações complementares ao Processo nº 23051.025676/2016-81.
Anexo: Cópia da Portaria nº033/2005-GAB, de 25 de janeiro de 2005.


Senhor Diretor,


Objetivando complementar o pedido de informações realizado por meio do Memorando nº 002/2017 – Wolgrand, de 03 de abril de 2017, que versa sobre a possível prática de acumulação ILÍCITA de cargos públicos atribuída a este servidor, solicito a V.Sª que informe qual decisão adotou a Direção do Campus Belém do IFPA em face do Processo Administrativo Disciplinar, de Rito Sumário, instaurado em 2005 (anexo), como o fito de apurar A MESMA “ILICITUDE”.

O referido pedido se baseia no fato de o Sr Michel Souza, Diretor de Gestão de Pessoas do IFPA, por meio de um inusitado parecer, ter asseverado que este professor acumula cargos públicos ILICITAMENTE, e que a Administração do IFPA deve conceder 10 dias para que este servidor realize a sua defesa. Ora, parece inconteste que a Administração Pública é UNA, tanto que o Sr Michel questionou a referida acumulação de cargos ocupados em esferas distintas (ESTADUAL e FEDERAL), porém resta claro que essa unidade não se limita às esferas de poder, mas se estende à linha temporal dos atos praticados por quem representa o Poder Estatal, ou seja, o que um gestor faz no exercício do cargo não pode ser ignorado por aqueles que o sucedem, logo, antes de fazer uma ACUSAÇÃO e conceder prazo para DEFESA, um administrador prudente deve investigar se tais fatos já foram objeto de alguma providência administrativa nas esferas em que a possível ilicitude ocorreu, bem como quais ações os seus antecessores praticaram ante o mesmo fato, a fim de não incidir no “BIS IN IDEM”, além de poder infringir o princípio da SEGURANÇA JURÍDICA. No caso em questão, a Administração do IFPA tomou, formalmente, conhecimento do fato há mais de 13 anos e já notificou este professor 04 (quatro) vezes, recebendo esclarecimento em todos os casos, logo fica claro que a inteligência do Sr Michel não lhe permitiu entender que antes de pedir que este servidor se defenda de uma possível ilicitude, deveria notificar a própria Administração da qual participa, para apresentar esclarecimentos de o porquê TAL “ILICITUDE” PERMANECE VIGENTE NO IFPA, apesar de tal fato ser do conhecimento dos seus colegas “gestores” há tanto tempo.

Outro fato que a imprudência, desídia e má fé do Sr Michel não lhe permitiu enxergar é que o mesmo fato também foi objeto de apuração na esfera estadual, no âmbito da PMPA, o que resultou na transferência deste professor para a reserva daquela Corporação Militar, em 2005, fato este comunicado formalmente à Administração do IFPA. Neste caso não seria um “bis in idem”, mas um “TRIS IN IDEM”.     

Ademais, além do pedido acima consignado, reitero a solicitação contida no Memorando nº 002/2017 – Wolgrand, para que V.Sª se manifeste pelo acatamento ou não da “determinação” exarada pelo Sr Michel, no que se refere a notificação deste servidor para apresentar defesa em face da acusação de ACUMULAÇÃO ILÍCITA DE CARGOS PÚBLICOS,  a fim de que não reste dúvida de qual autoridade administrativa do IFPA está subscrevendo a OBTUSA acusação, posto existirem apenas duas possibilidades de desfecho para essa HISTÓRIA SEM FIM: Ou a Administração está correta e este professor limitar-se-á a apresentar sua defesa; ou a Administração está errada e este professor interporá a competente ação judicial para responsabilizar o gestor incompetente que o notificou indevidamente, afinal esse fato não é “couro de mica” para ir e voltar indefinidamente.        
        
Atenciosamente,


WalberWolgrand Menezes Marques

Professor de Filosofia do Campus Belém
 

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Professor Wolgrand solicita esclarecimento à Ouvidoria do IFPA a respeito da NEGATIVA DE INFORMAÇÃO sobre indícios de fraudes em matrículas de alunos no IFPA

Srª Ouvidora,

Acuso o recebimento, depois de ultrapassado o prazo legal, da resposta referente ao pedido de informação de protocolo nº 23546.013077/2016-53, com o qual o IFPA NEGOU o pedido de informação solicitado por este requerente, porém o Sr Walmir M Bezerra, Assessor do Gabinete da Reitoria, que subscreveu a negativa de informação, não observou o disposto no artigo 19 do Decreto 7724/12, o qual tem o seguinte teor:

"Art. 19.  Negado o pedido de acesso à informação, será enviada ao requerente, no prazo de resposta, comunicação com:
I - razões da negativa de acesso e seu fundamento legal;
II - possibilidade e prazo de recurso, com indicação da autoridade que o apreciará; e
III - possibilidade de apresentação de pedido de desclassificação da informação, quando for o caso, com indicação da autoridade classificadora que o apreciará.
§1o  As razões de negativa de acesso a informação classificada indicarão o fundamento legal da classificação, a autoridade que a classificou e o código de indexação do documento classificado.
§ 2o Os órgãos e entidades disponibilizarão formulário padrão para apresentação de recurso e de pedido de desclassificação."

Isto posto, solicito a V. Sª que informe o seguinte:

1 – Por que V. Sª encaminhou a resposta do IFPA, com NEGATIVA DE INFORMAÇÃO a este requerente, sem a observância do que estabelece o artigo 19 do Decreto nº 7724/12?

2 – Por que a informação somente foi encaminhada a este requerente após o transcurso de um prazo de mais de 70 dias, contrariando o que estabelece a LAI e seu regulamento?

3 – Qual a competência para que um assessor do IFPA decida pela “EXTINÇÃO DO PEDIDO” se não existe essa hipótese na Lei de Acesso à Informação e seu regulamento, bem como que informe qual autoridade administrativa o designou para responder ao pedido, posto que um assessor não é uma autoridade administrativa para possuir tal poder.

4 – Que determine a quem de direito que cumpra o estabelecido no dispositivo legal acima transcrito (artigo 19 do Decreto nº 7724/12).

Atenciosamente,

Walber Wolgrand Menezes Marques
Professor do IFPA     


Obs: O requerente solicita que V. Sª acuse o recebimento deste pedido.

Após 74 dias, IFPA não respondeu aos questionamentos sobre indícios de FRAUDE nas matrícula de alunos no instituto, mas Ouvidoria aceitou a omissão da Gestão Cláudio Alex.

Prezado Manifestante,
            
Ao cumprimentá-lo, este serviço de Ouvidoria responde a sua demanda, encaminhando e-mail  de Waldemir Bezerra, Assessor do Gabinete da Reitoria, que a analisou. Esperamos, assim, tê-la atendido, caso contrário, a Ouvidoria está a sua disposição para qualquer outro esclarecimento!

Atenciosamente,

Gleice do Socorro Bittencourt dos Reis
Ouvidora Geral IFPA
Port. nº 452/2016/GAB

De: "assessoria gabinete" <assessoria.gabinete@ifpa.edu.br>
Para: "ouvidoria" <ouvidoria@ifpa.edu.br>
Enviadas: Sexta-feira, 9 de dezembro de 2016 13:53:08
Assunto: Re: Encaminhamento de demanda! (URGENTE)

Prezada Ouvidora,

1-         Trata-se de resposta ao requerimento efetuado relativo ao protocolo nº 23546.013077/2016-53.

2-         Eis o objeto, passo a alcançar-lhe o mérito.

3-        No caso em tela, o cidadão solicita que a gestão informe dados relativos as MATRÍCULAS DE ALUNOS realizadas em todos os CAMPI do IFPA, consideradas para fins de cálculos do orçamento, discriminando-a por semestre relativo ao período de 2010 a 2016, nos termos abaixo:

- Nome completo de cada aluno;

- Data de ingresso do aluno no IFPA;

- Número da matrícula de cada aluno;

- Número da carteira de Identidade de cada aluno;

- CPF de cada aluno;

- Número total de alunos matriculados em cada Curso do IFPA, a cada semestre;

- Cópia do edital do processo seletivo de todos os cursos que geraram matrícula no período;

- Comprovante de Frequência em sala de aula de cada aluno matriculado no período;

- Número e nome completo dos FORMANDOS (alunos concluintes) por turma e curso no período;

- Nome e número de matrícula dos alunos excluídos, que por “JUBILAÇÃO” ou outros motivos, indicando o motivo da exclusão.

- Número da sala de aula ocupada por cada turma, em cada semestre letivo.

4-            O Autor ainda solicita que informe o ORÇAMENTO destinado pelo Governo Federal para cada CAMPI do IFPA e REITORIA relativo ao período de 2011 a 2016, especificando os valores destinados para CUSTEIO e INVESTIMENTO.

5-            Requer também o requerente que encaminhe o PLANO DE GESTÃO de cada CAMPI e REITORIA, relativo ao período de 2010 a 2016, com a devida aprovação pelo CONSELHO SUPERIOR (informar o número da resolução e onde foi publicada).

6-            Por fim, requer que encaminhe CÓPIA da PRESTAÇÃO DE CONTAS ANUAL de cada CAMPI e REITORIA do IFPA, relativa ao período de 2011 a 2016.

7-            Entretanto, compulsando o histórico da demanda percebe-se que o presente pedido apresenta-se sem razões que demonstrem o nexo de causalidade entre as informações requeridas e o direito pessoal que se pretende proteger, conforme prever o parágrafo único do art. 42 do DECRETO Nº 7.724, DE 16 DE MAIO DE 2012 que regulamenta a LAI, a saber:

Art. 42.  (.....)      
Parágrafo único.  O requerente deverá apresentar razões que demonstrem a existência de nexo entre as informações requeridas e o direito que se pretende proteger.

8-               Frente ao exposto, DECIDO pela extinção do pedido sem julgamento de mérito,uma vez que o pleito não encontra respaldo legal que caracterize defesa de direitos do requerente, nem tão pouco se trata esclarecimento de situação de seu interesse pessoal que demonstre o nexo de causalidade entre os documentos requeridos e o direito pessoal que se pretende proteger.

9-                Sendo o que se apresenta no momento, renovamos os protestos de estima e consideração.

Cordialmente,

Waldemir M. Bezerra
Assessor do Gabinete da Reitoria

Port. 247/2016-GAB

Cláudio Alex e o corte do ponto dos grevistas

Segundo o SINASEFE, para os grevistas não terem os seus vencimentos suspensos, o reitor Cláudio Alex os orientou a ASSINAR o controle de frequência, MESMO SE O CAMPUS ESTIVER OCUPADO.

Leiam o trecho do texto publicado no site do sindicato, no qual consta a orientação do Professor Cláudio Alex:

"Corte de ponto
Quanto à decisão do Supremo Tribunal Federal a respeito do corte de ponto, o reitor declarou que "é uma decisão muito drástica, que não vamos tomar, mas é importante que os servidores assinem o controle de frequência, até mesmo durante o período de ocupação dos estudantes. A nossa saída é a ressalva, ou seja, a garantia da reposição dos dias parados"."



A greve falsa e os falsos grevistas.

No IFPA tudo é possível. Foi deflagrada uma greve, mas os GREVISTAS DECLARADOS e “CONVICTOS” assinaram o ponto que fica no SAC (Serviço de Acompanhamento Docente) como se estivessem trabalhando normalmente. Essa conduta denota duas hipóteses: ou eles estão FURANDO A GREVE e trabalhando normalmente, ou estão fraudando a Administração Pública. Ou a greve é falsa ou falsos são os grevistas.

Quem tem cu tem medo!

Fidel e o mito da luta dos fracos contra os poderosos.

Muitos que se dizem democráticos choram publicamente a morte do ditador FIDEL CASTRO, que ficou 49 anos ininterruptos no poder e, ao sair da presidência de Cuba, nomeou, para substituí-lo, o irmão RAUL CASTRO, como se a ilha fosse a extensão da sua casa.

Fidel foi um dos políticos mais emblemáticos do mundo. Embora tivesse alguns propósitos louváveis, usou, para alcançá-los, os métodos mais reprováveis que o ser humano é capaz de instituir, amparado pelo eterno mito da luta dos fracos contra os poderosos. Para quem acredita que os fins justificam os meios, o Líder cubano ainda lançará a sua sombra sobre a humanidade, principalmente enquanto a ditadura cubana subsistir.

Que o inferno o receba com a pompa que merece!

Avó de aluna identificou “mendigo” merendando junto com alunos no Campus Belém do IFPA.

RELATO DE UMA INTERNAUTA: “Professor Walber, quero saber como faço para reclamar sobre pessoas que entram no if, sem serem abordadas como uma manhã dessas, eu fui deixar minha neta, e tinha um mendigo, merendando junto com os estudantes, e chamamos o guarda estava lá dentro da guarita e não soube explicar?”

MINHA ORIENTAÇÃO: Sugiro que a senhora faça um documento, tipo ofício, em duas vias, narrando o fato e depois o protocolize para a direção geral, recebendo o carimbo na cópia para comprovar a entrega do original.

Campus Belém do IFPA sofre mais uma invasão: agora feita por bandidos armados.

Na madrugada de hoje, 08 bandidos fortemente armados invadiram o Campus Belém do IFPA e roubaram o dinheiro que estava nos caixas de auto atendimento do Banco do Brasil, que ficam localizados no interior dessa unidade de ensino.
Os bandidos pularam o muro lateral e imobilizaram a pífia segurança privada, realizada por 03 vigilantes armados, que sonha em proteger o patrimônio público. Levaram os seus revólveres e os obrigaram a informar a localização da central de monitoramentos do campus, mas, apesar de invadirem a sala do Centro de Informática, não lograram êxito nessa empreitada.
A ação começou por volta das duas horas da madrugada e levou tanto tempo que permitiu aos ladrões saírem do campus para substituir o maçarico que apresentou problemas de funcionamento. O Plano de Segurança do campus - se é que existe - é tão patético que, apesar do barulho feito por ocasião do arrombamento dos caixas, o vigilante que fica no posto localizado na garagem, nada ouviu e, para sua sorte, somente soube do ocorrido depois que os meliantes já haviam empreendido fuga.
Os bandidos também imobilizaram os alunos que atualmente "tiram férias" no interior do campus e subtraíram de um deles um smartphone J7, possivelmente para evitar qualquer possibilidade de contato com a polícia.
Mas, apesar dessa lamentável ocorrência, os danos foram apenas materiais e psicológicos, embora esse evento fosse tão previsível como a aprovação da PEC 55. Assim, fica mais uma lição para as autoridades iefepeanas que não possuem o mínimo poder premonitório, afinal "PELO MENOS QUANDO A CASA É ARROMBADA, CONVÉM FECHAR A PORTA (ou não).

A saga “paradista” do SINASEFE

O SINASEFE está em crise existencial. Esse sindicato, na atual gestão, ainda não conseguiu efetivar a única coisa que dá sentido à sua inexpressiva existência: paralisar alguma coisa. Os seus integrantes tentaram interditar a Avenida Almirante Barroso com uma inusitada “aula na pista”, mas quando o asfalto esquentou, saíram correndo como siris na lata.
Depois tentaram paralisar as aulas no Campus Belém do IFPA com uma greve, mas até os seus aliados mais entusiasmados foram infiéis e, sem qualquer pudor, assinaram o ponto de frequência como os mais assíduos servidores. A falta de conhecimento em psicologia os fez ignorar um princípio básico do mundo capitalista: o bolso é o limite para quem proclama a fé num ideal.
Sentindo que sozinhos não conseguiriam parar nem automóvel no prego, esses sindicalistas sonhadores resolveram apoiar a “ocupação” do Campus Belém. Acreditaram ingenuamente que os estudantes copiariam os seus pares sulistas e, enfim, efetivariam o plano diabólico de suspensão das atividades no campus, o que os faria se sentir úteis perante os seus incautos associados, mas a meia dúzia de aguerridos acadêmicos não tiveram apoio dos seus colegas paroaras e se limitaram a “ocupar” a grama que fica no hall de entrada do campus, mas as formigas os expulsaram e hoje “ocupam” somente as escadarias do bloco administrativo, porém sem impedir, sequer, a circulação das catitas e baratas que há anos, de fato, ocupam essa unidade de ensino.
Como na terra do açaí a coisa estava feia, foram à Brasília, movidos por uma ilusão megalomaníaca de que seriam capazes de parar o Senado Federal e impedir a votação da PEC 55. Na capital tupiniquim não passaram da praça dos três poderes e, por determinação da polícia local, tiveram de assistir pela televisão a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição. Com os rabos entre as pernas, voltaram para Belém sonhando em paralisar alguma coisa para não agravar as suas combalidas autoestimas.
De volta à casa, tiveram a mais “brilhante” ideia de jerico que suas cabeças são capazes de produzir: paralisar o CALENDÁRIO ACADÊMICO há 15 dias do seu término e com efeitos retroativos. Chegaram a divulgar nota para que a “poderosa” militância fizesse “lobby” juntos aos conselheiros, mas como o placar de 11 a 8 o calendário foi mantido e mais uma vez seus planos “PARADISTAS” sucumbiram.
Hoje, com o SINASEFE quase moribundo, os tenazes sindicalistas, finalmente, pensam de forma mais realista. Agora pretendem parar a queda da Torre de Pisa, que se inclina na ordem de 0,5 grau por século. Segundo fontes seguras o “prano” é o seguinte: viajar, com o dinheiro dos associados, para a cidade italiana e, no local, cada membro da diretoria empurrará por 15 minutos, durante 15 dias, a edificação do lado sudoeste. Após esses seguidos esforços, descansarão num hotel 5 estrelas, afinal o pensamento pode ser de éter, mas o corpo não é de ferro.

O memorando 171 da PROEN e a "ocupação" dos campi do IFPA

Com o memorando nº 171, de 28 de novembro de 2016, a Pró-reitora de Ensino do IFPA, Professora Elinilde Guedes, orientou as Diretorias de Ensino dos campi do instituto a como procederem no caso de os alunos faltarem às atividades acadêmicas, sob o argumento de estarem muito atarefados fazendo greves e/ou ocupando o patrimônio Público. Em síntese, orientou que os professores devem fazer o registro das FALTAS e, se for o caso, realizar a RECUPERAÇÃO PARALELA dos mesmos. Segue abaixo um trecho da orientação subscrita pela Pró-reitora de Ensino do IFPA:

“Caso nenhum aluno frequente a aula, e não for o caso de ausência porque participa de outra atividade letiva programada pelo campus, o professor deve registrar a falta e anotar no diário de classe que o conteúdo previsto conforme Plano de Ensino não foi ministrado por ausência injustificada de 100% dos alunos da turma. Se um ou mais alunos comparecerem, o professor poderá registrar o conteúdo dado.”

O fim melancólico da "ocupação" do Campus Belém do IFPA.

Hoje, 06/12, apenas 01 (UM) barbante e 02 (dois) cones "OCUPAVAM" o estacionamento do Campus Belém do IFPA, impedindo que os servidores estacionassem os seus veículos na área frontal daquela unidade de ensino.

Ninguém soube informar o que aconteceu com os alunos que "ocupavam" o campus, com os professores que os apoiavam e com os sindicalistas que os financiavam. Assim como surgiram, desapareceram.

Tudo indica que a falta de planejamento e estratégia das pessoas que coordenaram esse "movimento", além de uma boa dose de ilusão, foram as principais causas do melancólico fim.

Enquanto isso, no Senado Federal, a "situação" e a "oposição" se unem para resistir à destituição do Presidente da Casa pelo STF, "cagando e andando" para a PEC e outras coisas de menor importância.


sexta-feira, 18 de novembro de 2016

Como usar o CONSELHO SUPERIOR DO IFPA para efetivar uma greve (Ou: “Os grevistas do colarinho branco”)

A recentemente greve aprovada por uma parte minoritária dos servidores do IFPA, parece que vai escrever mais um capítulo de lambanças e corrupção na história do instituto.

Há fortes indícios de que vários gestores da instituição requererão ao Conselho Superior do IFPA – CONSUP a suspensão do “Calendário Acadêmico” de diversos campi, a fim de paralisarem as atividades acadêmicas por meio de uma medida administrativa e assim efetivarem uma greve que, com as suas próprias pernas, não vingará em solo iefepeano. Parece que esses “grevistas do colarinho branco” são movidos pela doce ilusão que uma decisão do CONSUP os livrará da responsabilidade de paralisar as atividades laborais que, por dever de ofício, possuem o PODER/DEVER de garantir as suas execuções.

Se assim agirem, demonstrarão, além de um alinhamento com os grevistas que conspiram contra o governo Temer, um profundo desconhecimento das atribuições do Colegiado Máximo da instituição. Se lerem sem “paixão esquerdista” o inciso I do artigo 9º do Estatuto, perceberão que, dentre outras, compete ao CONSUP “ZELAR PELA EXECUÇÃO DA POLÍTICA EDUCACIONAL DO IFPA”, logo esse colegiado não tem competência para paralisar o funcionamento das Unidade Educacionais, prejudicando os servidores e alunos que possuem o DIREITO de exercer as suas atividades laborais e receber o serviço educacional, respectivamente.

Não obstante, a possível paralização do ensino em razão de uma greve NÃO É UMA QUESTÃO DE POLÍTICA INSTITUCIONAL, que esteja na alçada de um órgão como o CONSUP, mas é uma decisão executiva que possui um claro fundo jurídico, logo, se a gestão possui dúvidas quanto as ações que deve adotar ante esse fato, deve solicitar à PROCURADORIA FEDERAL junto ao órgão uma orientação a fim de agir com probidade e legalidade; mas, se ao revés, optarem em recorrer ao CONSUP para resolver essa demanda, demonstrarão de forma cristalina que pretendem usar o colegiado Máximo do IFPA como um hipotético escudo para efetivar as suas funestas e perversas intenções. Tudo indica que no afã de combaterem o Governo Federal, atropelarão as normas que regem a instituição.

Resta agora saber se os conselheiros cairão no “canto da Circe” da gestão do IFPA, porque, se assim agirem, poderão, solidariamente, responder pelas LAMBANÇAS QUE APROVAREM.   
    

                                                   

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Temer e a perseguição aos “ALTOS SALÁRIOS” dos servidores.

Um professor, durante a assembleia de hoje, 16/11/2016, no Campus Belém do IFPA, disse que a PEC e outras maldades do Temer tinham como objetivo a demissão dos servidores públicos. Os primeiros a serem “DEGOLADOS”, segundo o profético mestre, seriam os que percebem os maiores salários. Essa bombástica declaração quase acabou com a assembleia. Por pouco alguns coordenadores do sindicato, e outros pobres docentes, não tiveram um ATAQUE CARDÍACO. Como eles ganham mais de 10 mil reais líquido, seus corações quase pararam.


No fundo e no fim, para esses grevistas, não interessa a simples paralisação das atividades acadêmicas do IFPA, mas que seus polpudos salários não parem de crescer.    

Temer e a proibição do uso dos “shortinhos”.

Acreditem se quiserem, mas uma professora, durante a assembleia de hoje, 16/11/2016, no Campus Belém do IFPA, disse que a PEC e outras malevolentes ações do Presidente Temer poderiam levar à PROIBIÇÃO DO USO DOS SHORTINHOS, o que, a rigor, nos faz pensar que representaria um incomensurável prejuízo às mulheres (as mais ousadas, é claro!). Por muito pouco o presidente não foi acusado de tentar contra as “ceroulas” dos marmanjos mais recatados, afinal a maldade do Temer não tem fim.   
  

Que Deus nos proteja do malvado Temer!

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

O paradoxo da “Luta de Classes”

Uma professora, durante a assembleia de hoje, 16/11/2016, no Campus Belém do IFPA, disse que a PEC faz parte de uma estratégia do Temer para beneficiar a ELITE e prejudicar os PROLETÁRIOS, se referindo aos presentes e, em particular, aos alunos que atentamente a ouviam. No fim, defendeu a GREVE como forma de protesto contra essa perversa distorção política. Ora, defender a suspensão dos estudos dos “proletários” não é defender que a ELITE permaneça ELITE e os proletários, PROLETÁRIOS?  

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

A hipocrisia da esquerda delirante

Ao declarar que não pretendo aderir à greve dos servidores do IFPA, prevista para iniciar no dia 11 de novembro de 2016, fui acidamente criticado nas redes sociais por pessoas que pensam que a decisão de uma assembleia não pode ser desobedecida, por ter sido a expressão da vontade da maioria. Mesmo discordando do teor da deliberação no mérito, número e grau, segundo essas pessoas, deveria me submeter ao que foi decidido, em nada importando se a minha insurreição observará ou não os estreitos ditames LEGAIS.

Esse posicionamento, no entanto, não me surpreendeu, pois advém de pessoas magoadas com o atual Governo Federal por considera-lo ilegítimo, logo, quem quer que pareça defender uma ideia favorável aos interesses do Executivo Federal, de imediato é chamado de COXINHA ANTIDEMOCRÁTICO. Ante pensamentos condicionados aos interesses de uma esquerda delirante, imagino se a assembleia iefepeana deliberasse por UM ATAQUE TERRORISTA ao Congresso Nacional, certamente não lhes pareceria lícita a recusa de um servidor em jogar uma bomba no Senado Federal ou incendiar a Câmara com todos os deputados dentro.

Ao revés, o grande paradoxo contido nesses discursos “esquerdopatas”, reside no fato de as mesmas pessoas que pregam a obediência cega aos ditames de uma decisão colegiada, exarada numa simples assembleia de servidores, não respeitarem a decisão TAMBÉM COLETIVA do Congresso Nacional, que, em observância ao ordenamento jurídico pátrio, afastou a ex-presidente Dilma e empossou Michel Temer na presidência da república brasileira. Contra essa decisão colegiada, no bojo de uma democracia representativa, meus amigos ressentidos SE OPÕE descaradamente, afinal quando os seus indescritíveis interesses políticos estão em jogo, não possuem o menor pudor em condenar aquilo que, em outra circunstância, fragorosamente defendem.


Eis que assim, sob o mando de uma hipocrisia conceitual, esses “patriotas sectários” atacam quem não reza as suas cartilhas, “esquecendo-se” que praticam atos da mesma natureza que declaram condenar, porém revestidos de uma intolerância incompatível com qualquer regime democrático moderno, porque os seus interesses estão acima de qualquer pensamento LIVRE e DIVERGENTE.

domingo, 16 de outubro de 2016

O USO CONVENIENTE DA PEC 241 PARA INSTITUIR UMA GREVE NO IFPA (Ou: “Uma greve não melhora o ensino, apenas o paralisa”)

Não tenho qualquer motivo para postular em favor do Governo Temer, mas considero inoportuno o uso da PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO nº 241 para justificar uma possível paralisação das atividades acadêmicas no INSTITUTO FEDERAL DO PARÁ. Se a greve ocorrer, será a terceira paralização das atividades acadêmicas nos últimos três anos, com incomensurável prejuízo para os ALUNOS do instituto. O absurdo é tão grande que estamos em outubro e ainda não concluímos o 1º semestre letivo de 2016.

Mas, para o Corpo Docente do instituto, é oportuno e conveniente o instituto da greve, considerando que os seus salários continuarão sendo religiosamente pagos e não há qualquer prejuízo para as suas carreiras profissionais. Não haverá sequer, para quem conhece a realidade da instituição, reposição das aulas não ministradas, posto que trabalhar aos sábados, no IFPA, é pura ficção. São verdadeiras férias fora de época para quem já tem 45 dias de férias anuais remuneradas.

Entendo que a PEC 241 é, no mínimo, controversa quanto aos seus objetivos e eficiência, porém alguma coisa deve ser feita ante a funesta previsão, na Lei de Diretrizes Orçamentárias, de déficit primário de 170 bilhões para 2016 e 139 bilhões para 2017. Diante desse lamentável cenário, essa PEC foi a estratégia escolhida pelo atual governo federal para estancar a sangria fiscal e reconduzir o país à normalidade econômica. Ao revés, se essa PROPOSTA não é a melhor alternativa, temos o direito de nos manifestar contra essa medida, mas, pelas circunstâncias, utilizá-la como mote para mais uma GREVE no IFPA, parece-me inadequado e ilegítimo, considerando os nefastos efeitos que promoverão para o corpo discente, ou seria justo levar 2,5 anos para concluir um curso de 1,5 anos de duração?


Sem dúvida, sobre a crise fiscal brasileira, tudo parece incerto, mas quando se institui uma GREVE, algo me parece indubitável: os efeitos determinam os métodos. Os que defendem a GREVE sabem que nenhum prejuízo financeiro e profissional os afetará, logo, se a paralisação não lograr qualquer resultado benfazejo, no mínimo, gozarão de um largo período de FÉRIAS REMUNERADAS FORA DE ÉPOCA. Do outro lado, tem aqueles que não decidem coisa alguma, mas possuem a certeza que os efeitos de uma greve lhes serão nocivos, posto que, no IFPA, UMA GREVE NÃO MELHORA O ENSINO, APENAS O PARALISA.         

domingo, 18 de setembro de 2016

LULA e o método: do Senso Comum à Ciência

A pergunta é a seguinte: se eu roubasse milhões e colocasse os bens no nome de "laranjas" eu seria ou não um criminoso?

Os que estão em nível de senso comum dependerão da existência de escrituras públicas de imóveis e certificados de propriedade de veículos em meu nome para poderem afirmar que eu sou ladrão. Para os filósofos e cientistas, não existindo as evidências anteriores, o conhecimento poderá ser adquirido a partir da análise do PERCURSO feito pela grana utilizada para aquisição desses bens.

Deduz-se, assim, que a CONVICÇÃO do homem é produto das estratégias utilizadas para a aquisição do conhecimento.

Eis que a diferença entre o senso comum e os conhecimentos críticos é uma questão de MÉTODO. O primeiro percorre e depende da realidade visível; os demais, trabalham com o invisível.