sexta-feira, 27 de abril de 2018

Namorada de um “alto” servidor público, que pertence a uma instituição de ensino, localizada no Estado do Pará, pode ser beneficiada indevidamente com aprovação em concurso público para provimento de cargos na instituição do seu amado (Ou: “Pra que rimar amor e dor”)


Após a publicação da DISPENSA DE LICITAÇÃO, que deu ensejo à contratação de uma empresa encarregada em organizar e realizar um CONCURSO PÚBLICO, que ocorrerá numa instituição de ensino, localizada no Estado do Pará, Wolgrand consultou a sua “BOLA DE CRISTAL” (todo filósofo tem uma) e viu que tudo pode estar sendo arquitetado para beneficiar a NAMORADA DE UM “ALTO” SERVIDOR dessa instituição. O nome dele começa com a letra “C” e o de sua amada com a letra “L”. Essa artimanha pode ser a prova cabal do que preconizam as sagradas escrituras: o amor tudo pode.

Mas como os sentimentos sozinhos não movem montanha, para efetivarem o diabólico plano, precisaram contratar uma instituição amiga, com dispensa de licitação, pela bagatela de alguns milhares de reais. Depois, tiveram o cuidado de retirar das “Redes Sociais” todas as fotos nas quais exalavam um puro e infinito afeto, mas, para azar dos nubentes, o Professor de filosofia Wolgrand – para quem o amor verdadeiro não existe - salvou e arquivou todas as fotos que provam o profundo laço que os une.   

É claro que o filósofo, mesmo cético, não pretende ser um “estraga prazeres” a ponto de permitir que uma história tão bonita como essa termine na Polícia Federal, por isso resolveu revelar, precocemente, este fato para que os “pombinhos apaixonados” possam exercer a auto reflexão e terem a oportunidade de não cometerem o pecado da usura, afinal, como disse Caetano na música “Mora na Filosofia”: “PRA QUE RIMAR AMOR E DOR    

Um comentário:

  1. Professor, acho que a Polícia Federal já está fazendo a verificação preliminar dessa "informação"... Logo essa denúncia virará um inquérito policial e o über da federal vai buscar uns clientes nessa bendita instituição de ensino. Incrível! Não aprendem!

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