quinta-feira, 29 de maio de 2014

Alunos denunciam comércio dentro do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças da PMPA

O promotor de Justiça Militar Armando Brasil Teixeira abriu procedimento investigatório criminal (PIC) para apurar denúncia de suposto esquema de venda de produtos militares por parte de empresas privadas no interior do Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP) da Polícia Militar do Pará.
O procedimento foi protocolado na terça-feira (27) e, de acordo com o promotor, alguns membros do CFAP relataram a existência de um esquema de vendas de produtos militares de fardamento e de proteção individual – similar a um cartel – por ordem de algumas empresas privadas no interior do quartel do centro. Os praças denunciam ainda o funcionamento de uma lanchonete administrada pelo motorista do tenente Sadala Nagib, durante a gestão como comandante do centro de formação.
O MP intimou os representantes das empresas mencionadas nas denúncias para que prestem depoimento.
ASSÉDIO
Esta não é a primeira denúncia que o Ministério Público investiga no CFAP. Em fevereiro, o promotor Armando Brasil instaurou também um procedimento investigatório criminal para apurar a acusação de assédio moral e sexual por parte do comandante do CFAP, tenente Sadala Nagib, e pelo Diretor de Ensino da PM, coronel Arthur Moraes.
O DOL solicitou nota para a Polícia Militar e aguarda retorno.
(DOL com informações do MPE)

Um comentário:

  1. O comercio mercadológico explicito e consensual ao clientelismo é errado,mas,não o mais danoso de todos.Outros tipos de comercio intra muros e extra muros invisíveis a maioria dos mortais são os mais danosos à sociedade,e,a estrutura institucional. Cito alguns apenas na condição de possibilidades e como opinião:O comercio da troca da ideologia comportamental com vistas a ascensão funcional produzidas extra muros em épocas de promoções;a aquiescência coercitiva produzidas pelos inúmeros governos que se sucedem para que as obrigações institucionais não sejam cumpridas sob pena das danças das cadeiras,como quando se deixam inertes aos fechamentos de rodovias,como quando se troca fardamento sem amparo legal;quando se deixa de aplicar o regulamento em atendimento a determinações politicas,enfim, neste ramos comercial o desgaste da instituição é muito maior do que o de uma cantina,mas,com eles convive-se parcimoniosamente há décadas.

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