sábado, 15 de março de 2014

Entenda a politicagem no Ministério Público do Pará (comentários de dois anônimos postados no blog da Franssinete Florenzano)

Anônimo disse...
Franssinete,
É Verdade que ainda faltam promotores, no entanto é verdadeiro ainda, que os novos promotores, quando são lotados em distantes regiões do Pará, passam poucos dias nesses locais, acabam arrumando padrinhos e são transferidos para Belém e municípios vizinhos. É só verificar que está cheio de promotores substitutos na região metropolitana e em outros municípios próximos a capital.

Anônimo disse...
A carência de promotor no interior do Estado é imensa, com certeza. Isso se deve ao atual procurador geral de justiça, que para ser eleito promoveu praticamente todos os promotores de justiça da 1ª entrância, ou seja, os promotores que estavam nas pequenas comarcas. Marcos Antonio promoveu os da 1ª entrância para a 2ª entrância e os da 2ª entrância para a 3ª entrância, que é a capital. Logo, não há mais promotores no interior! A instituição faliu!! Essa está sendo a pior gestão do MPE... O atual PGJ não noção de administração, sempre trabalho apenas no Conselho do MPE...A atitude do Promotor de Justiça ALEXANDRE COUTO é louvável, o atual PGJ deveria beijar os pés deste promotor, que nunca se envolveu em questão política e jamais concorreu a cargo algum. Pior seria a situação do MPE se ação tivesse partido da OAB contra o MPE! O MPE faz parte do Estado do Pará sim!! É tão difícil entender isso?! Como o MPE poderá cobrar se não dá exemplo? Como um promotor de justiça poderá denunciar uma prefeitura municipal que tenha contratado uma empresa sem licitação, já que o próprio MPE dispensa licitação em contratação com valor absurdo? Está aberto o concurso da receita federal, que é nacional, e a inscrição custa apenas R$130,00. Por que para promotor de justiça precisava ser R$300,00? Por que superfaturar um concurso?



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