domingo, 8 de dezembro de 2013

Wolgrand "cantou a pedra" em 2011 e Ministério Público de Santa Catarina impetrou ação contra policiais militares que atuam no interior dos estádios de futebol (Ou: "PM, uma corporação a serviço das federações de futebol")




Ação do MP proibiu Polícia Militar dentro da Arena Joinville


Uma ação protocolada pelo Ministério Público de Santa Catarina determinou que  Polícia Militar fizesse apenas o patrulhamento externo da partida entre Atlético e Vasco, em Joinville. A segurança é feita por apenas 100 profissionais particulares. E pela ação, a PM só poderia intervir em situações de risco, o que acabou acontecendo.

O presidente da Felej (Fundação Municipal de Esportes Lazer e Eventos de Joinville), Fernando Krelling, responsável pela administração da Arena Joinville, já tinha demonstrado preocupação. "A ação do MP é contra a Felej, prefeitura, Joinville Esporte Clube e Polícia Militar. É algo recente, mas que impede a PM de atuar na parte interna do estádio. Eles vão patrulhar as imediações e garantir a segurança da arbitragem. O restante será feito pelos seguranças particulares contratados junto ao Atlético-PR, que alugou o espaço para mandar a partida", explicou Kreeling ao UOL Esporte,

A situação preocupa as autoridades por conta da possibilidade de violência entre as torcidas e revolta por possíveis resultados finais. O duelo de domingo pode determinar o rebaixamento do Vasco, assim como a ausência do Atlético-PR na Copa Libertadores de 2014.

"É um jogo de risco nesses padrões. Temos a partida mais importante dos dois clubes no ano. Sabemos que o pós-jogo é bastante preocupante. Mas a Polícia Militar assegurou que tem carta branca para interferir também na parte interna caso tenha necessidade", encerrou Kreeling, em entrevista ao Uol.

O Atlético-PR alugou a Arena Joinville por R$ 25.200 ao perder o mando de campo na competição nacional. O estádio costuma ser utilizado pelo Joinville. Sua manutenção custa em torno de R$ 50 mil mensais para a prefeitura da cidade.

 
  

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Delegado Geral é baleado em tentativa de assalto (Ou: "Quem pode o mais, pode o menos, ou seja, nós, os simples mortais, ainda não baleados, estamos no lucro")

 
O delegado Geral da Polícia Civil do Estado do Pará, Rilmar Firmino, levou um tiro na barriga na madrugada deste domingo (1º) durante uma tentativa de assalto, no bairro Batista Campos, em Belém.

A tentativa ocorreu na rua dos Mundurucus, esquina com avenida Generalíssimo Deodoro. No carro do delegado, também estavam presentes o irmão de Rilmar e um capitão da Polícia Militar. Um dos assaltantes também chegou a ser baleado.

O delegado foi levado para o Hospital Metropolitano de Belém e deve passar por um procedimento cirúrgico ainda na manhã de hoje. Fonte: DOL