segunda-feira, 25 de março de 2013

A Carta Aberta do MPE e a Democracia de araque.

O Ministério Público do Pará é mesmo uma contradição. Sob o manto do espírito democrático alguns membros subscreveram uma Carta Aberta à Procuradora Ubiragilda Pimentel tentando fazê-la desistir de um recurso, com efeito suspensivo, que a ilustre membro do Parquet interpôs contra as últimas eleições para Procurador Geral de Justiça do órgão.

Ora, se é o espírito democrático que os fez rogar à Ubiragilda, não seria a mesmo espírito que confere à Procuradora o direito de recorrer daquilo que entende estar errado? Parece que Democracia no Parquet é fazer aquilo que alguns querem, certamente por crerem estar com a razão.         

sábado, 23 de março de 2013

O enquadramento dos “amotinados virtuais” (Ou: “O FACEBURRO”)

Em declaração à reportagem de “O Liberal” o Comandante Geral da PMPA, Coronel Daniel Mendes, declarou que os 09 policiais militares presos – todos PRAÇAS – por incitação à greve, pelo FACEBOOK, foram presos por terem desobedecido aos tipos penais previstos nos artigos 152 e 155 do Código Penal Militar.

O artigo 155 ainda vá lá, se as condutas coresponderem ao tipo penal em questão, mas o art. 152 É PURA “FORÇAÇÃO” DE BARRA. Leiam o dispositivo em questão e tirem as próprias conclusões:  

“Art. 152. Concertarem-se militares ou assemelhados para a prática do crime previsto no artigo 149.
Motim

Art. 149. Reunirem-se militares ou assemelhados:

I - agindo contra a ordem recebida de superior, ou negando-se a cumpri-la;

II - recusando obediência a superior, quando estejam agindo sem ordem ou praticando violência;

III - assentindo em recusa conjunta de obediência, ou em resistência ou violência, em comum, contra superior;

IV - ocupando quartel, fortaleza, arsenal, fábrica ou estabelecimento militar, ou dependência de qualquer dêles, hangar, aeródromo ou aeronave, navio ou viatura militar, ou utilizando-se de qualquer daqueles locais ou meios de transporte, para ação militar, ou prática de violência, em desobediência a ordem superior ou em detrimento da ordem ou da disciplina militar.”

Concentração virtual? Reunião virtual? Motim virtual? A Corregedoria da PM está fazendo escola... A escolinha do Professor Raimundo.

Enquanto as praças da PMPA fazem motim no facebook, os oficiais da Corregedoria se divertem no FACEBURRO. 

 

 

 

A DOSEMETRIA POLICIAL MILITAR (Ou: “Pra baixo todo santo ajuda”)

Em declaração à reportagem de “O Liberal” o Comandante Geral da PMPA, Coronel Daniel Mendes, declarou que os 09 policiais militares presos – todos PRAÇAS – por incitação à greve serão submetidos a Conselho de Disciplina, que poderá culminar com a exclusão dos mesmos das fileiras da Corporação Militar.

Até aí tudo bem, mas cabe uma pergunta ao ilustre comandante:

Por que a coronela RUTH LÉA, que foi presa por facilitar a venda fraudulenta de dezenas de carros oficiais para particulares, ainda não foi submetida a CONSELHO DE JUSTIFICAÇÃO?

O face expõe e pode provocar danos (Walmari Prata Carvalho)

A imprensa de nosso estado noticia a prisão judicial de nove praças de nossa PM acusados do cometimento de incitamento à greve, e, a indisciplina, entre outros. Os acusados teriam usado do espaço virtual conhecido como face book, onde postaram manifestação pessoal que, pela explicidade fora percebida pela cúpula da instituição como infringência aos preceitos legais capitulado pelo ato jurídico como corrompido pelas praças, o qual fora aceito pelo magistrado deprecante das prisões. Lamentamos as implicações familiares, mesmo assim julgo necessário usar deste episodio para manifestar-me esperando que todos nós consigamos compreender o todo, e, assim aprender, o que somos o que representamos, e, principalmente a estrutura em que estamos inseridos funcionalmente.

Somos uma categoria especial de servidor público, a categoria Militar estadual regido por estatuto diferenciado, atrelado a Reserva do Exercito, e, a quase todos os dispositivos que definam as suas vigas mestras, a disciplina, e,a hierarquia.Este fato é norte que chega a todos que, voluntariamente se submetem ao concurso de ingresso em nossas fileiras,assim como o impedimento a greve,igualzinho ao existente para as Forças Armadas.

Julgo de todas as estruturas estatais, a militar, a que melhor se adéquam as necessidades do estado no que se refere à segurança pública, mesmo assim, não posso deixar de aceitar o contraditório, ou mesmo os movimentos que buscam a desmilitarização de nossa instituição. Ocorre que, mesmo os inseridos no sistema hoje vigente, não podem buscar o equacionamento de suas vontades agindo inconseqüentemente em desalinho ao que, estatuído voga, caso em contrario estarão atirando no próprio pé, como foi o caso em questão.

Deve todos compreender, que nenhuma mudança ocorrera, a reboque de nove ou mesmo cem a se manifestarem inadequadamente sem estrutura de base. Nossa instituição é composta de oficiais e praças, e, somente no conjunto conseguirão mudar rumos ou ate mesmo a estrutura hoje existente. Não será atritando as praças com os oficiais, não será repudiando condutas de direção corretas praticadas por oficiais, não será tratando pejorativamente os oficiais, que os objetivos serão alcançados. Isto servira apenas para dividir enfraquecendo o todo institucional.

O ato do CMT GERAL junto à justiça militar, foi um ato corretíssimo de oficio provocado por esta manifestação explicita dos nove praças, e, a todo ato assemelhado, novamente assim ele terá obrigação de agir, pois, caso em contrario estará sendo conivente, assim como qualquer outro militar.

Caso o todo institucional, realmente deseja promover mudanças no status quo da PM precisam caminhar coesos, unidos, focados no objetivo, sem quebrarem o já estabelecido, sempre respeitando nossas vigas mestras. Precisam aprender a escolher seus representantes de clubes, e, das associações; depois deste aprendizado, e, já unidos necessitam eleger um representante para cada setor legislativo. Nada será fácil e de curto ou médio prazo, mas, se a união ocorrer o objetivo poderá ser alcançado. Diferente disto é dar murro em ponta de faca. Que o ato impensado destes nove inconseqüentes praças, sem habilidade no dizer, realmente sirva para alertar a todos, os caminhos desagregadores, que estão sendo percorridos por grupos ou classes individualizadas, de ideologias não institucionais, alguns eivados da politicagem que ao longo dos tempos se instalou no seio da corporação premiando cores e seus adeptos no espaço temporal em que predominaram transformando da base a cúpula da instituição, numa torre de babel que, extremamente dividida ficou, e, acabou fragilizando seus elos permitindo que, fatos iguais a este submirjam a despeito da estrutura compartimentadora legalista, e, seus efeitos hierárquicos, e, disciplinadores. Unam-se ou nada prosperara, a não ser que as mudanças ocorram vindas de outras PMS, ou do governo federal.

Belém 22 de março de 2013.

WALMARI PRATA CARVALHO
walmariprata@hotmail.com

quinta-feira, 21 de março de 2013

A ocorrência que se transforma em outra ocorrência (Walmari Prata Carvalho)

Invariavelmente todas as vezes que a sociedade cobra uma atuação mais efetiva do governo em referencia às deficiências da Segurança Pública, inevitavelmente, logicamente em decorrência da falta de um planejamento macro, o estado improvisa, e, conseqüentemente o ônus recai sobre os ombros dos membros das instituições que compõem o Sistema de Segurança Publica do Estado.

Não resta duvida, que para a sociedade, não interessa de onde tiram efetivo, quem executa as tarefas, quem os socorre; a sociedade deseja ser atendida não questionando de onde vem o atendimento.
Ao estado cabe disponibilizar seus serviços embasados em leis, que os definam dentro das especificidades estatuídas para cada setor definidos constitucionalmente. Fugir disso é improvisar é colocar-se ao sabor dos fiscais da lei; dos movimentos de classes; são submeter seus membros as vontades, e, necessidades do momento que, os gestores não tiveram a acuidade de prever.

Não digo que não possam ser feitos, entretanto, para alicerçar efetivamente aludidas atribuições precederia como ato administrativo mudanças significativas no que estatuído esta.
Designar o PM a registrar ocorrências é uma necessidade de décadas, mas, que necessita de embasamento legal.

O estado como sempre, talvez, por costume recorrente improvisa praticando pela enésima vez o explicito desvio de finalidade que se juntara aos inúmeros diariamente vistos as portas dos poderes, nas portas dos colégios, e, espalhados nos cantos mais improváveis de serem percebidos como agentes de segurança atuando dentro das atribuições constitucionais plenamente estabelecidas na carta magna.

Belém. 17 de março de 2013.
WALMARI PRATA CARVALHO.

Integrantes da Banda de Música da PM se sentem desprestigiados pelo Comando da PMPA

1.    Meu Caro Amigo Wolgrand,
2.     faça uma matéria sobre a BANDA DE MÚSICA DA PM que vive um desrespeitoso abandono por parte do Comando da PM, pois a situação esta cada vez pior. Estamos vivendo num ambiente totalmente lixão, não temos mais sala pra ensaiar, nem alojamento pra ficar, nossos armários estão jogados um por cima do outro, além de não termos mais promoção, a nova LOB ja foi assinada pelo cmt geral e os primeiros sgt vão morrer na mesma graduação.
3.    DR. Wolgrand a BANDA DA PM ja deixou de existir pro comando há muito tempo, pois nem aparece mais o nome como BANDA no site da PM, os CACHORROS E OS CAVALOS que fazem as suas necessidades fisiológicas dentro de seus habitares vivem num ambiente muito mais agradável do nós seres humanos da BANDA DE MÚSICA.
4.    Temos mais de 150 anos de existência e nem por isso, pois os coronéis querem extinguir o quadro de músico. Por favor meu amigo nos ajude, se vc quiser posso te mandar fotos pra vc comprovar o que estou falando, abraços e aguardo resposta por gentileza meu amigo.
 

A redação que ganhou prêmio internacional da UNESCO - Um retrato fiel do Brasil (Ou: Um texto oportuno em tempos de aumento da VERBA INDENIZATÓRIA dos Deputados Federais"

PÁTRIA MADRASTA VIL (Clarice Zeitel Viana)

Onde já se viu tanto excesso de falta? Abundância de inexistência... Exagero de escassez... Contraditórios? ?

Então aí está! O novo nome do nosso país! Não pode haver sinônimo melhor para BRASIL..

Porque o Brasil nada mais é do que o excesso de falta de caráter, a abundância de inexistência de solidariedade, o exagero de escassez de responsabilidade.

O Brasil nada mais é do que uma combinação mal engendrada - e friamente sistematizada - de contradições.

Há quem diga que 'dos filhos deste solo és mãe gentil', mas eu digo que não é gentil e, muito menos, mãe. Pela definição que eu conheço de MÃE, o Brasil está mais para madrasta vil.

A minha mãe não 'tapa o sol com a peneira'. Não me daria, por exemplo, um lugar na universidade sem ter-me dado uma bela formação básica.

E mesmo há 200 anos atrás não me aboliria da escravidão se soubesse que me restaria a liberdade apenas para morrer de fome.

Porque a minha mãe não iria querer me enganar, iludir.

Ela me daria um verdadeiro Pacote que fosse efetivo na resolução do problema, e que contivesse educação + liberdade + igualdade.

Ela sabe que de nada me adianta ter educação pela metade, ou tê-la aprisionada pela falta de oportunidade, pela falta de escolha, acorrentada pela minha voz-nada-ativa.

A minha mãe sabe que eu só vou crescer se a minha educação gerar liberdade e esta, por fim, igualdade. Uma segue a outra... Sem nenhuma contradição!

É disso que o Brasil precisa: mudanças estruturais, revolucionárias, que quebrem esse sistema-esquema social montado; mudanças que não sejam hipócritas, mudanças que transformem!

A mudança que nada muda é só mais uma contradição. Os governantes (às vezes) dão uns peixinhos, mas não ensinam a pescar.

E a educação libertadora entra aí.

O povo está tão paralisado pela ignorância que não sabe a que tem direito. Não aprendeu o que é ser cidadão.

Porém, ainda nos falta um fator fundamental para o alcance da igualdade: nossa participação efetiva; as mudanças dentro do corpo burocrático do Estado não modificam a estrutura.
As classes média e alta - tão confortavelmente situadas na pirâmide social - terão que fazer mais do que reclamar (o que só serve mesmo para aliviar nossa culpa)... Mas estão elas preparadas para isso?

Eu acredito profundamente que só uma revolução estrutural, feita de dentro pra fora e que não exclua nada nem ninguém de seus efeitos, possa acabar com a pobreza e desigualdade no Brasil.

Afinal, de que serve um governo que não administra? De que serve uma mãe que não afaga? E, finalmente, de que serve um Homem que não se posiciona?

Talvez o sentido de nossa própria existência esteja ligado, justamente, a um posicionamento perante o mundo como um todo.

Sem egoísmo. Cada um por todos...

Algumas perguntas, quando auto-indagadas, se tornam elucidativas.

Pergunte-se: quero ser pobre no Brasil? Filho de uma mãe gentil ou de uma madrasta vil? Ser tratado como cidadão ou excluído?

Como gente... Ou como bicho?

domingo, 17 de março de 2013

A extinção arbitrária do RANCHO na PMPA. Uma orientação aos integrantes do Batalhão de Polícia Penitenciaria - BPOP

1.    Wolgrand, gostariamos que vc nos explicasse melhor o porquê da SUSIPE, cortar a nossa alimentação da Casa Penal, alegando que já recebemos em contra-cheque o nosso tiket-alimentação. Além de ser uma merreca esse ticket, vivemos largados dentro da casa penal, fazendo farofa de ovo e saindo p escolta de presos. Direitos Humanos não serve p policial, né? Abraços BPOP.
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Amigos do BPOP,
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Não cabe ao Sistema Penitenciário alimentar os policiais militares que trabalham no BPOP, mas à Polícia Militar. Vocês não estão subordinados à SUSIPE. A atuação de vocês se restringe à área EXTERNA das Casas de Recuperação. O Espaço interno compete aos agente penitenciários.
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Vocês devem cobrar do comando do BPOP a alimentação (RANCHO), independente do “VALE ALIMENTAÇÃO”, instituído pela “grande” governadora Ana Júlia. Assistam ao vídeo abaixo e peticionem ao Comando da Unidade requerendo esse direito.
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Um abraço a todos.      

Eleições no MP: Wolgrand acerta na mosca (Ou: “Uma eleição com cartas marcadas”)


No artigo “O MP do Pará e o “Pulo do gato” eleitoral” Wolgrand preconizara que o Procurador Antônio das Neves, da ala conservadora, lograria êxito na nova eleição para o cargo de Procurador Geral de Justiça do Estado do Pará, após a morte da Procuradora eleita Graça Azevedo.

A estratégia foi simples. No segundo pleito, um dos candidatos desistiria da concorrência e os votos da “situação” se concentrariam no outro candidato. Assim, coube ao Procurador Jorge Rocha abdicar em favor do seu colega Antônio das Neves. Resultado: Antônio venceu o pleito realizado nesta sexta, 15/03, obtendo 193 votos contra 105 da candidata de oposição, Ubiragilda Pimentel.  É como dar banana para macaco, não tem erro.

Isso prova que o mundo humano, como o natural, cumpre certa lógica que nos permite conhecê-lo de antemão, principalmente quando se trata do Ministério Público do Pará, onde a luta pelo poder observa o óbvio: o interesse público se sujeita ao privado.  

sábado, 16 de março de 2013

Todo profissional é, na essência, um professor


Caro amigo, sou Sd da BM aqui no RS, me formei em geografia, e sabendo dos empecilhos jurídicos não posso assumir um contrato temporário de 20 h para professor na rede pública estadual, inclusive me inscrevi em concurso publico magistério com base neste mandado de segurança aqui postado tenho alguma chance de conseguir parecer favorável.  
 
att, joão batista massmann.
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Caro amigo,
Penso que a possibilidade de vc conseguir êxito nessa demanda judicial aumentará bastante se a legislação específica do Corpo de Bombeiro Militar do RS não fizer restrição ao exercício do magistério. No mais, continue na luta porque o direito de transmitir o conhecimento – seja qual for a área – é inerente a espécie humana.

Um abraço e Boa sorte!

BBBosta Brasil: a entrevista censurada


Diretor Geral do Campus Conceição do Araguaia do IFPA é EXONERADO

PORTARIAS DE 13 DE MARÇO DE 2013

O REITOR PRO TEMPORE SUBSTITUTO DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO PARÁ, nomeado através da Portaria nº 745/2012/GAB, publicada no D.O.U. de 06.08.2012, no uso de suas atribuições legais e considerando o que consta no Processo nº 23051.005674/2013-23, resolve:

Nº 338- Art. 1º DISPENSAR o servidor CÍCERO ANTÔNIO SOBREIRA FIDELIS, matrícula SIAPE nº 1663808, ocupante do cargo de Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico, da função de Diretor Geral do Campus Conceição do Araguaia deste Instituto, código CD-02.

Art. 2º Esta portaria vigora a partir de sua publicação.

Nº 339- Art. 1º DESIGNAR o servidor JOSÉ GOMES DA SILVA, matrícula SIAPE 7709711, ocupante do cargo de Professor do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico, cedido do IFRR, para exercer a função de Diretor Geral do Campus Conceição do Araguaia deste Instituto, código CD-02.

Art. 2º Esta portaria vigora a partir de sua publicação.

JOSÉ ROBERTO BRITO PEREIRA

quarta-feira, 13 de março de 2013

RATIFICANDO ADITIVO SOBRE SEGURANÇA (Walmari Prata carvalho)

Quando nosso governador era secretario de Almir Gabriel apresentei via o então secretario propostas para um sistema de segurança, o qual foi aproveitado em quase totalidade pelo Secretario de Segurança Sete Câmara. Na feitura e apresentação do mesmo fui auxiliado pelo então TC Gatti, TC Gomes, TC De Paula, Maj. Garcia entre outros oficiais que hoje,assim como eu,se encontram na reserva da PM. O aludido sistema foi implantado pelo então secretario de segurança, e, perdura ate hoje. Por ter considerado a necessidade de aditivos ao antigo sistema, mesmo porque quem o implantou equivocou-se em alguns pontos do implantado resolvi elevar ao conhecimento do então candidato ao governo (final de 2009/salvo equivoco), hoje governador, os aditivos julgados necessários, tenho a certeza que chegaram as suas mãos,assim como o primeiro, pois, o mesmo usou em campanha, e, na mídia, de algumas colocações pessoais somente encontradas no bojo do aditivo por mim encaminhado.
Tendo em vista haver observado descontentamentos internos, queixumes recorrentes, desagregação visível, insegurança institucional, desestimulação funcional, resolvi ratificar publicamente o mesmo que já havia apresentado no bojo do aditivo em questão. Sua Excia, Governador do Estado administra para todo o estado, entretanto, em especial para nossa policia é considerado o Comandante em Chefe; com vistas a isto, e, objetivando em recorrência apenas auxiliar ao governador a captação de uma visão administrativa mais própria a de um gestor militar, comandante de homens em classe especial de servidor publico sugiro novamente, que tenha maior acuidade para o seguinte:1-Reanálise do direito a promover ao posto de Tenente Coronel,que verifique se,não lhe cabe apenas as promoções a coronel.2- Que não permita ingerências outras,que não sejam apenas as qualitativas,e,temporais fortalecendo sempre a CPO,e,CPP legalmente estatuídas,mas,tanto desmoralizada em decorrência das querências e das cores.3-Que promova profundas modificações estatutárias fortalecendo a qualificação intelectual em todas as classes,inclusive com ascensões meritórias a níveis superiores principalmente das praças,em decorrência do aprimoramento intelectual individual.4-Que os direitos,(como a interiorização e outros)sejam de imediato estendido a todos que deles tenham direito,independentemente da argüição jurídica pelo prejudicado.5-Que todos indistintamente sejam realmente disciplinados pelo que diz nosso regulamento ou lei de movimentação;agregando de imediato todos que legalmente tenham de ser agregado,e,que logo,e,imediatamente após o prazo legal previsto para o retorno a tropa,em não acorrendo que, o mesmo seja de imediato transferido para a reserva,como a lei determina.Isto propiciara condição igualitárias a todos em todos os setores hoje ocupado indefinidamente pelos mesmos,que ao se perpetuarem deixam de exercitar o dever de oficio de policiar perdendo assim a capacidade funcional para a qual forma formados.6-Que seja criado novo sistema previdenciário para os novos a serem incluídos,pois,se continuarmos neste sistema atual,logo,logo será saturado não podendo mais dar a resposta como hoje ainda consegue dar.7-Provoque um estudo para melhorar o sistema de horas trabalhadas.Muito mais poderia sugerir,mas,o espaço não permite,entretanto,se o desejar basta dar uma olhada no aditivo encaminhado.Espero estar colaborando com todos.

BELÉM, 11 de março de 2013.

WALMARI PRATA CARVALHO CEL PM RR.
 walmariprata@hotmail.com

Falta de gestão no IFPA de Itaituba prejudica alunos (Jornal "O Impacto")


IFPA de Itaituba não vem cumprindo seu papel de preparar a população

“O que era para ser um grande centro de formação de profissionais, que a população tinha uma perspectiva de melhora para a sociedade, formando profissionais para atuarem no campo trabalhista do município de Itaituba, no Oeste do Pará, trazendo transformação na vida dos alunos, hoje tem se tornado um pesadelo, tanto para pais como para alunos, pois a implantação do IFPA em Itaituba não vem cumprindo seu papel de preparar a população para a vinda das grandes empresas, nos deixando imensamente tristes e decepcionados”, expressa Luiz Sadeck, o popular Peninha, eleito vereador pelo PMDB, mas que ainda não assumiu o mandato por conta de seu processo estar tramitando em Brasília.

A falta de gestão do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA) tem preocupado os pais e alunos, a reclamação é geral, inclusive a falta constante de professores tem provocado a evasão de muitos alunos, continuou o ex-edil. Quando começaram a funcionar os cursos técnicos (três) e superiores (dois) estudavam mais de 300 alunos e ao passar do tempo, com a falta de gestão a qualidade de ensino caiu muito e com isso a desistência dos alunos aumentou surpreendentemente. Hoje, funcionam 9 turmas, que deveriam ter em cada uma 40 alunos, mas com a evasão de mais de 100 alunos tem turma que possui apenas 12 alunos.

Luiz Fernando Sadeck dos Santos, 55 anos, ex-Vereador em Itaituba, com 6 mandatos, fez o desabafo: ”Sou pai de dois alunos, lamento a falta de gestão que tem causado uma grande preocupação. Tem dia que meus filhos assistem apenas uma aula. Isso é um absurdo. A falta de professores é constante. Professores entram de licença maternidade ou de férias e a direção não toma nenhuma providência em contratar substitutos”.

Outro fato, é que os professores são concursados com dedicação exclusiva, entretanto, não cumprem, pois possuem vínculo com outras empresas. Como exemplo, a professora concursada Djalmira de Sá, que é professora de Língua Portuguesa, mas possui vinculo com a Empresa FAI. Poucas vezes esta professora vai à escola, segundo denunciaram os alunos. A disciplina básica, Educação Física, desde 2012 e nem 2013 está tendo aula, por falta de professor. Outra disciplina, Desenho Técnico e Desenho Arquitetônico, a professora ficou quase seis meses sem dar aula, por se encontrar de licença e a Instituição sem nenhum compromisso com nossos filhos se preocupou de contratar substituto para o período de licença da titular da disciplina.

“Estes problemas têm causado constrangimentos aos alunos que pedem transferência para outras escolas, tendo que voltar para primeiro ano, já que as escolas não aceitam alunos vindos da IFPA por conta de pendências de disciplinas não administradas ou ministradas pela metade, como é caso da disciplina de Física”, ressalta a enfermeira Ângela Maria Costa Braga, que tem uma filha estudando no IFPA. “Minha filha está sendo obrigada a estudar em outra escola para aprender e se preparar para fazer o vestibular. O que observo é que estão brincando de fazer educação no IFPA de Itaituba e nós, os pais, estamos aceitando calados, sendo omissos com o que vem acontecendo com nossos filhos”, concluiu a enfermeira.

A questão afeta todos os cursos do IFPA. O curso de Análise e Sistema, curso superior, por exemplo, era para ser concluído em três anos, no caso este ano, mas por falta de professores o curso vai se prolongar por mais um ano. Para o aluno Márcio Mendes, 33 anos, do curso de Análise e Sistema, a falta de professores é constante. Disse que desde quando começou o curso, nunca teve uma aula de Contabilidade, Economia e Informática na Sociedade, porque não tem professores dessas disciplinas. Márcio é aluno do curso de Análise e Sistema na parte da tarde e está revoltado, pois esperava concluir seu curso este ano e afirmou que entre os professores que mais faltam na escola, é a professora Djalmira de Sá. Ele e outros alunos estão elaborando um documento para entrar no Ministério Público pedindo providências.

Fonte: RG 15/O Impacto

 

segunda-feira, 11 de março de 2013

Jatene busca atendimento em são Paulo, porque a saúde do Pará, que ele administra, é uma BOSTA. (Ou: "Reconhecendo a própria incompetência")

Pertinente comentário de Walmari Prata Carvalho.
 
1.   Não sei se procede a noticia. Não desejo que a saúde se ausente nem mesmo dos meus antagônicos de momento.
2.   Fico feliz que nosso governador possua condições de procurar um centro mais avançado para se tratar e consiga pleno êxito.  Espero que assim perceba, mesmo porque ao optar por um centro mais avançado, ele mesmo descaracteriza nosso Estado no que diz respeito em excelência no campo de atendimento a saúde.
3.   Que nosso povo paraense,em especial aos que não podem fazer o mesmo que ele(buscar melhor atendimento),necessita urgente de melhorias na saúde. Que o fato em si, além das melhoras pessoais reforce em sua mente a imagem do querer sem poder recorrer a um atendimento melhor ou ao mínimo necessário para condignamente curar as feridas mais simples pelo menos, e, antes porém precisam se submeter a filas intermináveis e a datas quando marcadas perdidas no tempo do razoável.
 

domingo, 10 de março de 2013

JATENE VAI CUIDAR DA SAÚDE NOS ESTADOS UNIDOS. SERÁ VERDADE? (Jornalista Carlos Mendes)

Às 14:42 da tarde deste sábado, recebo mais um telefonema de São Paulo. O mesmo médico que há dois dias demonstrava preocupação com o estado de saúde do governador Simão Jatene, agora me informa - dois políticos paraenses que atuam em Brasília confirmam ter ouvido a mesma informação - que Jatene está prestes a viajar para os Estados Unidos. Um outro problema de saúde teria - uso a expressão no condicional intimamente torcendo para estar errado, ou ver as fontes que me ligam desmentidas - surgido após a cineangiocorionografia a qual ele foi submetido no último dia 27.

Os jornais de Belém noticiaram ontem e reafirmam a informação em suas edições de hoje, baseados em um boletim médico que sinaliza para uma licença de mais 30 dias para que o governador se recupere e volte ao trabalho, que Jatene está bem.
Aqui em Belém, por coincidência, tenho um amigo que passou pelo mesmo procedimento cirúrgico de Jatene - o desentupimento de artéria do coração para colocação de um stent -, exatamente no mesmo dia em que o governador foi internado no Instituto do Coração, em São Paulo.

O amigo, por sinal professor da Universidade Federal do Pará, fez a cirurgia aqui mesmo, no Hospital Porto Dias. O cirurgião-cardiologista Luiz Maneschi, colocou três (3) stents no coração do professor, que também é hipertenso, em apenas uma hora. Normalmente, Maneschi, que é considerado um dos melhores especialistas em coração do norte do Brasil, nada ficando a dever aos melhores do centro-sul, não leva mais do que 20 minutos para colocar apenas um stent no coração de alguém. O paciente fica em uma UTI por 24 horas, seguindo uma observação de praxe, e mais 24 horas no quarto. Em dois dias recebe alta e em uma semana retoma as atividades normais, inclusive fazendo caminhada ou moderadamente utilizando a esteira ergométrica.

O professor que teve os três (3) stents implantados no coração por Maneschi, em dois dias já estava em casa e ontem, fazia, na maior tranquilidade, sua habitual caminhada pelo calçadão da Praça da República, eventualmente fazendo uma paradinha para bate-papo animado com os amigos e conhecidos.

É sabido e dito, até por médicos, que cada caso é um caso. Tudo bem. Mas convém observar que o governador Simão Jatene foi submetido a um procedimento cirúrgico para colocação de apenas um stent. É claro que ele tem um leve passado de complicação cardíaca. Mas o professor que conheço também tem o mesmo histórico. E olha que ele já tem, agora, cinco stents no coração, pois antes já havia passado por cirurgia para implantação de dois stents.

Não quero ser chato, muito menos pessimista - desejo, sinceramente, que Jatene se recupere logo e volte a governar o Pará, que tanto precisa dele e de sua capacidade administrativa -, mas não posso aderir ao coro de alguns, hipócritas até, que vem me dizer que Jatene está muito bem.

Por favor, eu tenho cara de besta, jeito de besta, andar de besta, mas de besta, na verdade, eu não tenho nada. Por favor, repito, não tentem me fazer de besta, porque não cola. Não é a mim que tentarão enganar, mas ao povo do Pará, que quer saber qual o verdadeiro estado de saúde do nosso governador.

Venham a público dizer se é verdade ou não que Jatene vai se tratar nos Estados Unidos. E se for, qual o motivo. Digam que minhas fontes estão erradas ou equivocadas. Mas fundamentem seus desmentidos, com boletins e palavras dos médicos que cuidam do governador. Façam isso logo, já. Em nome do povo do Pará. Voltarei ao assunto.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Os Quartéis dos poderes (Walmari Prata Carvalho)

A coluna Repórter Diário do jornal Diário do Pará em seu tópico Quartel, editado hoje, comenta o uso de militares disponibilizados em excesso a Assembléia Legislativa, onde seu presidente Marcio Miranda teria transformado aquela casa legislativa em um verdadeiro quartel, e, ainda fazendo analogia a condição de insalubridade, entre os que por lá executam suas atribuições isentos de a executarem em locais de maior risco e intempéries como, por exemplo, o Campo de Futebol, local este normal aos demais servidores da segurança.
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Devemos todos ter em mente que o Dep. Presidente da Assembléia antes de ser deputado por um ou mais período eletivo já era oficial da PM, e, sempre o será, talvez, por isso mesmo esteja querendo transformar a assembléia em uma unidade militar, quem sabe, assim poderia então exercitar a condição de comando a qual jamais exercitou durante o curto período em que esteve no ‘’exercício’’ do oficialato PM. O pior de tudo é que, inúmeros outros setores do estado exercitam do mesmo costume, apesar de seus dirigentes maiores, não fazerem parte da oficialidade da PM. Na realidade ninguém apura ou aponta o dedo aos excessos justamente porque também pratica do desvio de finalidade, ou por não existir o espaço legalmente onde o PM foi alocado, ou por exceder em PMS o quadro existente. Todos se manietam no consumismo da mão de obra desviada de sua finalidade; não escapa nenhum dos poderes, nem mesmo o quarto poder, isto sem contar os obsequiados com favores espúrios decorrentes do beneplácito de comandantes subservientes a padrinhos indicadores de cadeiras, os quais acabam usufruindo de uma segurança particular a nossa custa.
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Esta é a rotina no estado, exercitada desde que adão era cadete. Ninguém consegue fugir ou se opor a esta rotina é um conchavo estrutural entre os poderes, e, os fiscais dos poderes. Todo aquele que busca regularizar esta esdrúxula condição é esmagado pela maquina estatal se adequando sendo depurado ou implodido.
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Desconhecimento do fato ninguém poderá argüir, pois, onde formos encontraremos PMS abrindo portas; carregando malas; dirigindo para madames; levando filhos de autoridades diversas a colégios e festas; fazendo segurança em comícios políticos; servindo cafezinhos; que aponte o dedo, quem nunca presenciou em algum momento um desses absurdos.
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Agora o mais interessante de tudo isto é que, apesar da explicidade dos fatos, somente se produz uma denuncia, mesmo midiática, apenas quando os interesses particulares ao usufruto das benesses atingem setores ou pessoas próximas, ate então, tudo como antes que eu não me chamo Abrantes. Perdeu, perdeu que a PM se exploda, eu quero é espaço, ou não é assim?
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Ate quando será?
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Belém 06 de março de 2013.
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WALMARI PRATA CARVALHO
walmariprata@hotmail.com

Greve estudantil no Campus de Conceição do Araguaia do IFPA

 INSTITUTO FEDERAL DO PARÁ DE CONCEIÇÃO DO ARAGUAIA
 
 COMANDO DE GREVE

Aos 04 dias do mês de março do ano de 2013, nós estudantes do Instituto Federal de Conceição do Araguaia reunidos em Assembléia decidimos em unanimidade por paralisar as atividades do prédio do campus em repudio ao tratamento que temos recebido. compreendemos que a educação, os profissionais e investimentos nela aplicados existem devido aos educandos (estudantes), partindo do principio que se não houvesse estudantes não seria necessário à existência dos mesmos profissionais envolvidos. ao mesmo tempo compreendemos que a educação é de fundamental importância para a formação do cidadão ativo e cooperante na sociedade e seu desenvolvimento. portanto, pra que uma sociedade se desenvolva econômica e socialmente faz-se necessário uma educação de qualidade.

Nós estudantes deste campus e comunidades que representamos compreendemos que não temos tido nosso devido valor quanto a cidadãos e contribuintes. Portanto, como pauta temos as seguintes reivindicações:

Internet de qualidade (a internet disponível não da suporte suficiente para o mínimo de praticas de pesquisa);

Laboratórios de Informática (tínhamos 3 laboratórios, hoje temos apenas 2, sendo que hoje temos uma quantidade maior de estudantes matriculados);

Biblioteca (acervo bibliográfico, e mais computadores);

Laboratórios (existem laboratórios, porem sem estrutura necessária ou profissionais para ministrarem às praticas de laboratório);

Aulas praticas (determinação de um mínimo de carga horaria de aulas praticas nas disciplinas, haja vista que as mesmas dificilmente são ministradas);

Avaliação e atitude quanto à estrutura física do campus, haja vista que o prédio é novo mas já encontra grande problemas físicos que ameaçam inclusive a segurança dos estudantes e profissionais ameaçando ruir;

Conclusão do CEAGRO;

Alojamentos (Disponibilização da casa do estudante no CEAGRO para estudantes oriundos de outras localidades);

Refeitório, ou Restaurante Universitário (um campus que tem cursos em período integral precisa disponibilizar alimentação de qualidade e baixo custo aos estudantes);

Sistema de Notas (por mais absurdo que seja faz-se necessário cobrar responsabilidade dos professores, a final de contas, além do valor individual de notas, faz-se necessário obter as mesmas para resolver algumas questões particulares, inclusive bolsas);

Pagamento das Bolsas que estão em atraso;

Falta de professores (nos últimos 2 anos cerca de 14 professores foram transferidos outras localidades, quando cerca de menos de 1/5 foram transferidos pra este campus, além de muitos dos transferidos terem conseguido transferência ainda em período probatório);

Avaliação consequente dos professores (a pesar de haverem poucos profissionais ainda há o grave problema de professores irresponsáveis no uso da profissão, sendo que são mal avaliados pelos estudantes em documentos reivindicativos sobre reposição de disciplinas mal aplicadas, no entanto as reivindicações não são atendidos);

Estágios (o instituto precisa conseguir novas parcerias, e instituir o estagio vivenciado);

Prestação de contas (transparência nas contas do instituto);

Rever Contrato do serviço de Xerox (não atende em horários necessários aos estudantes – abre muito tarde e fecha muito antes do horário do termino das aulas);

Aplicar Gestão participativa;

Carteirinha de transporte intermunicipal (a estudantes que moram em outras cidades e precisam se deslocar todas as semanas).

Reoferta de Disciplinas e aplicação de minicursos reivindicados pelos estudantes, tendo em vista graves deficiências na aplicação das disciplinas e ausência de capacitações especificas nos cursos que por sua vez terão reflexos negativos na ação profissional dos profissionais formados por estes campus.

Reoferta coerente de disciplinas (carga horária com mínimo de coerência – não da para uma disciplina de 80horas por exemplo ser reofertada em 20h). A pesar de algumas questões serem consideradas de menor expressão, e por muitos não serem consideradas pontos importantes, este movimento vê a necessidade de incluir na pauta de reivindicações haja vista que as reivindicações de solução para estes problemas já venham de longas datas, o que por sua vez não diminui a importância das demais reivindicações, mas lança sobre os estudantes o peso da indignação pelo desrespeito à classe estudantil e demonstra que mesmo sendo os protagonistas da razão da educação, não temos tido o devido respeito. Informamos também que para melhor andamento de nossas atividades durante a paralisação, tomamos pacificamente o Prédio do Campus. Nosso interesse no uso das instalações do prédio são restritos ao pátio, auditório, banheiros e cozinha, porem, nenhuma pessoa pode se adentrar às dependências do prédio sem estar devidamente autorizada pelo Comado de Greve. Aliado a isso faremos uso também de algumas cadeiras. Compreendemos que nosso movimento é legitimo, e mais do que isso, é Justo. Portanto, fazemos uso deste documento para informar a quem interessar. Assina, Comando de Greve Estudantil do Instituto Federal do Pará, Campus de Conceição do Araguaia.

terça-feira, 5 de março de 2013

A SEGUP a serviço da Federação Paraense de Futebol (Ou: "O serviço privado de segurança pública")

Enquanto todo o efetivo policial da Capital do Estado, cerca de 900 homens, estava, neste domingo, 03/03, concentrado no Estádio Edgar Proença (Mangueirão), fazendo a SEGURANÇA PRIVADA do jogo Remo x Payssandú, a cidade ficou exposta a toda sorte de bandidagem.

Num contexto de total insensatez administrativa é fácil compreender porque os meliantes, durante o jogo, elegeram um ponto distante da policiada praça desportiva para agir: o SHOPING PÁTIO BELÉM, localizado no Bairro de Batista Campos. Às 19 horas, três meliantes tentaram assaltar uma joalheria, localizada no segundo andar do empreendimento. Nem o grande movimento de pessoas os intimidou. Se não fosse a ação isolada e corajosa de um policial que estava no local, o crime teria sido consumado.

Esse desequilíbrio no emprego de policiais na Grande Belém tem as suas raízes na grande e indubitável influência que o futebol exerce sobre o povo. Não há governo que queira se indispor com a massa de fanáticos torcedores paraenses. Até aí tudo bem, mas privilegiar um evento particular e deixar à míngua a cidade inteira, configura um ato irresponsável das autoridades que gerenciam a segurança pública na Capital Paraense.

Ainda está porvir um governo que vai exigir que a FPF contrate segurança privada para a área interna aos estádios de futebol, liberando centenas de policiais para a segurança de outros setores da cidade.

Enquanto a polícia for política não podemos esperar ações lógicas e coerentes das autoridades responsáveis pela segurança dos cidadãos. Neste caso, suas ações beneficiam os gestores do futebol paraense, que usufruem de um serviço estatal sem desembolsar um único vintém.

Mais uma história de promiscuidade entre o público e o privado, com claro prejuízo a toda sociedade.   
       

sexta-feira, 1 de março de 2013

Minstério Público Federal instaura Inquério Civil Público para apurar irregularidades na FUNCEFET (Ou: "A Fundação de Apoio à Pilantragem")

PORTARIA N o 62, DE 26 DE FEVEREIRO DE 2013

O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, pelo Procurador da República ao final assinado, no uso de suas atribuições legais, com base no art. 129 da Constituição Federal, no art. 7o, inciso I, da Lei Complementar n.o 75/93, de 20.5.1993 e no art. 4o, parágrafos 1o e 4º da Resolução no 87, de 3.8.2006, do Conselho Superior do Ministério Público Federal (alterada pela Resolução no 106, de 06 de abril de 2010, do CSMPF), e

Considerando que tramita nesta Procuradoria o Procedimento Administrativo no 1.23.000.001792-2012-21, instaurado a partir de representação formulada pelo Instituto Federal do Pará noticiando a prática de diversas irregularidades que teriam sido perpetradas pela Fundação de Apoio À Educação Tecnológica, Pesquisa e Extensão do CEFET na gestão de recursos transferidos pela denunciante à investigada.

Considerando a necessidade de devida apuração com a busca de elementos que possam formar o convencimento deste membro;

Resolve instaurar INQUÉRITO CIVIL PÚBLICO, determinando-se, inicialmente:

- Autue-se a portaria de instauração do inquérito civil, sem necessidade de nova distribuição, uma vez que ela já ocorreu (art. 7º da Resolução no 87, de 2006, do CSMPF);

Dê-se conhecimento da instauração deste ICP à 5a Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal (art. 6o da Resolução n.o 87, de 2006, do CSMPF), mediante remessa de cópia desta portaria, para fins de publicidade deste ato, com a publicação no Diário Oficial, conforme disposto no art. 16o da Resolução no 87, de 2006, do CSMPF.

Como providências iniciais determino:

a) Oficie-se ao IFPA para informar se houve realização de auditoria interna na FUNCEFET, no período de 2008 a 2012, fornecendo todos os documentos que levaram à suspeita de irregularidades;

b) Oficie-se à CGU para informar se no período de 2008 a 2012 foi realizada auditoria na FUNCEFET a respeito dos recursos federais recebidos pela investigada, inclusive, juntando documentos pertinentes.

c) Oficie-se ao TCU para informar sobre a existência de procedimento de apuração de contas da FUNCEFET.

d) Oficie-se à FUNCEFET para prestar esclareci mentos sobre os fatos em apuração, informando quem foram os gestores da entidade no período de 2008 a 2012 e sobre a aplicação dos recursos federais recebidos através do IFPA.

DANIEL CÉSAR AZEREDO AVELINO

Hilárias passagens da caserna IV (Walmari Prata Carvalho)

Como prometido no anterior caso contado, retorno ao assunto referente ao cavalo empacado.

Nos idos de 1972/73, ninguém gostava de ir servir na cavalaria. Seu efetivo em sua maioria era preenchido por policiais que não se adaptavam nas outras unidades da PM, ou para lá seguiam, em decorrência de castigo. A lavagem das baias, o banho dos animais desestimulava pela peculiaridade, grande parte dos seus componentes, e, por outro lado os estimulavam a pratica alcoólica para minimizarem o enfrentamento as condições de trabalho. Dizia-se sempre que, se uma ocorrência existia com vias de fato, lá estaria um componente da cavalaria. Os considerava a época, como não polidos, mais próximos a um canto de cerca, e, conservados em recipientes etílicos, logicamente que, muitos fugiam a regra.

Descrito o painel geral, partamos ao particular episodio. Ao final dos seis meses de estagio fui alocado na cavalaria para pratica do aprendizado. A cavalaria acabava de ocupar em caráter emergencial um espaço na antiga Radional, lá para os lados do antigo Iate Clube. Em determinada noite fui escalado para fazer parte de uma patrulha comandada pelo Capitão Castro, um exemplo do perfil dos milicianos já descritos como da época. O terreno da Radional estava enfrentando problemas de invasão, que não interessava ao estado, e, normalmente na escuridão da noite dinamizavam referidas incursões. Enfileirados cavalgávamos, tenda a frente o Cap. Castro, depois eu, se seguindo três praças. Inadvertidamente do breu noturno surge uma pequena luz de uma tosca birosca. O capitão para em sua frente, e, todos desmontam de seus cavalos, menos eu, que permaneço montado bastante contrariado pela cena. Todos se dirigem ao balcão, onde são servidos com doses de cachaça. Depois de secarem seus copos retiram-se do pardieiro montam seus cavalos saindo em deslocamento. Procurando segui-los puxava as rédeas de minha montaria, mas, o animal não obedecia havia empacado completamente. Uns cinco ou seis metros a frente todos caiam na gargalhado ao observarem meu desespero em tentar conduzir o cavalo. Depois de rirem bastante, o Capitão diz’’Não adianta, ele não sai daí nem a guindaste’’ faz o seguinte,’’Desmonta,entra no boteco, volta, e monta novamente, que ai ele vai te obedecer’’; assim fiz, e, não é que o cavalo obedeceu mesmo se permitindo novamente conduzir. Égua o cavalo ficou adestrado de tanto tomarem cachaça naquele lugar. Condicionou o animal a rotina de descerem dele naquele especifico ponto. Depois me vi gargalhando com a esdrúxula condição imposta e assimilada pelo animal.

Por isso mesmo devemos ter muito cuidado com nossos exemplos, e, nossas rotinas quando comandamos, eles podem facilmente serem assimilados, ate mesmo por um irracional animal. Kkkkk. Depois conto outro caso, quem souber ,que conte o agora.

Belém 18 de fevereiro de 2013.

WALMARI PRATA CARVALHO
walmariprata@hotmail.com