segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Delegado Geral é baleado em tentativa de assalto (Ou: "Quem pode o mais, pode o menos, ou seja, nós, os simples mortais, ainda não baleados, estamos no lucro")

 
O delegado Geral da Polícia Civil do Estado do Pará, Rilmar Firmino, levou um tiro na barriga na madrugada deste domingo (1º) durante uma tentativa de assalto, no bairro Batista Campos, em Belém.

A tentativa ocorreu na rua dos Mundurucus, esquina com avenida Generalíssimo Deodoro. No carro do delegado, também estavam presentes o irmão de Rilmar e um capitão da Polícia Militar. Um dos assaltantes também chegou a ser baleado.

O delegado foi levado para o Hospital Metropolitano de Belém e deve passar por um procedimento cirúrgico ainda na manhã de hoje. Fonte: DOL

4 comentários:

  1. A justiça só é cega para quem não sabe ver.A violência já chegou no alto escalão,e ele continuam cego para reprimir essa violência desenfreada.Tenho pena dos meus netos daqui à 20 anos eles vão perder sua juventude dentro de casa brincando de pipa no ventilador,pq não tem como sair nas rua. O MAL ESTÁ VENCENDO O BEM, PENSE NISSO!!!

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  2. FISCALIZAÇÃO NOTURNA PROGRAMADA...PODE TER SIDO.

    Não resta duvida que todo cidadão de bem lamente o ocorrido com o Delegado Geral. Aparentemente mais um numero nas estatísticas policiais que aumentam assustadoramente no Estado, entretanto, para todos os que labutam a segurança publica possibilita-se uma esdrúxula condição laboral da área operacional dificilmente planejada para ser exercitada, principalmente no que diz respeito a uma previsível e planejada fiscalização em especifico horário como no caso. Em decorrência desta condição, projeto um planejamento capenga, ou uma improvisação ocasional; persistido esta condição para que, se assim fosse, a oficial provavelmente seria matriculada em disponibilidade ao setor onde trabalha o Delegado Geral, ou se em serviço estivesse regularmente escalada pela PM, e, por necessidade tenha sido requisitada em emergência pelo delegado, deve ter aberto uma lacuna no local onde a escala lhe chamava a deixá-lo em descoberto cometendo assim crime de abandono de serviço.
    Não obstante as possibilidades diversas elencadas decorrentes do costume, e, rotinas adotadas para qualquer prestação de serviço; observamos delegados buscando justificar o ocorrido, porem,quando visualizamos suas fisionomias a justificar a parceira operacional do delegado percebemos fragilidade de conteúdo, contrastante ao relato do fato criminoso em si.
    Existem fatos, que melhor é deixar que a imaginação viaje no imaginário, do que tentar massificar o improvável,em entrevistas que devemos aceitar como justificativas,mas,que não convencem ate mesmo pela insegurança no dizer.

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  3. Wolgrand, leia a versão que está no blog a hora do carapirá. Será verdade?

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  4. Grand Wol, vim a seu blog e vejo que está de férias ou licença prêmio (rs rs rs rs), mas esta notícia do baleamento do Delegado Geral teve vários desdobramentos. Nesse rastro várias contradições, várias obscuridades e muitas especulações. Primeiro que um de seus acompanhantes não era um capitão, era uma capitã!!!
    Segundo, ela não era da área operacional, mas da área administrativa (gabinete de um comandante).
    Terceiro, que o veículo que estava sendo usado era uma viatura descaracterizada da Polícia Civil.
    Quarto, que como inicialmente noticiado, eles não estavam fazendo ronda nenhuma, vinham de uma passada lá pela Casa das 11 Janelas.
    Quinto,Sexto, Sétimo, Oitavo, Nono ... ih muita coisa veio à tona, inclusive a perícia do "Renato Chaves" conclui muita coisa diferente do que foi alegado.
    E depois do internamento do Delegado Geral, quando todo mundo (menos alguns) pensava que ele não voltaria a integrar o seu cargo, ele voltou e tudo silenciou e continua "tudo como antes, no quartel de Abrantes".

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