sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Concurso da Polícia Civil do Pará é anulado (Ou: "Quem contrata a MS Concursos tem de tomar "pau no cú"")

 

Governo anula concurso para Polícia Civil, mas MP prossegue com investigações. Caso pode envolver improbidade administrativa, diz a promotora. MP pede ajuda aos candidatos. Depoimentos apontam festival de irregularidades. Estado pode entrar na Justiça para reaver R$ 400 mil pagos à MS Concursos, a empresa responsável pelo certame*. 

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A promotora de Justiça Elaine Castelo Branco, das promotorias dos Direitos Constitucionais e Patrimônio Público, instaurou Procedimento Administrativo Preliminar (PAP) para investigar suposta fraude no concurso para delegado de polícia civil, realizado no último domingo.

Segundo a promotora, o caso pode ir parar na Justiça, resultando até mesmo em uma Ação Civil Pública por improbidade administrativa, caso a fraude seja comprovada.
Elaine disse que já há, aliás, fortes indícios nesse sentido: quatro candidatos ouvidos pelo MP relataram um festival de irregularidades.

“Os depoimentos referem a falta de controle na movimentação dos candidatos e no uso de celulares. Também teria faltado controle na identificação dos candidatos, não tendo havido nem a verificação do documento de identidade nem o recolhimento das impressões digitais, como exigido na folha de resposta”, contou.
Nos depoimentos dos candidatos que já compareceram ao MP há informações, também, acerca de tumultos em salas onde ocorriam os exames, e até de violação de um envelope contendo as provas. “Um candidato disse que viu ser retirada do envelope uma prova toda amassada, que pode ter sido usada para fotocópia”, informou.

De acordo com a promotora, há informações, ainda, acerca da falta de alternância do material das provas nas fileiras de candidatos, o que teria permitido que a pessoa sentada na carteira de trás pudesse visualizar as respostas marcadas por quem estava sentado à frente.
“Com os depoimentos que temos, já podemos vislumbrar ofensas a direitos fundamentais, no que concerne a concursos públicos. No entanto, o caso também pode ser de improbidade administrativa”, disse ela.

Hoje, a promotora aguardava que o próprio Governo tomasse a iniciativa de anular o concurso – o que acabou de fato anunciado, em coletiva de imprensa realizada às 17 horas pela Secretaria Estadual de Administração (Sead) e Procuradoria Geral do Estado (PGE).
Caso isso não tivesse ocorrido, Elaine iria expedir, já na próxima segunda-feira, uma recomendação nesse sentido. E, se a recomendação não fosse cumprida, ingressaria com uma ACP contra o certame.

No entanto, mesmo com a decisão do governo as investigações vão prosseguir.
E Elaine pede que outros candidatos do concurso também compareçam no Ministério Público, para prestar depoimento.

As promotorias dos Direitos Constitucionais e Patrimônio Público ficam na rua Ângelo Custódio, 36, entre João Diogo e Joaquim Távora, no bairro da Cidade Velha, no anexo I do MPE.
Os candidatos (e quem mais tiver informações) podem procurar Elaine a partir das 8 da manhã da próxima segunda-feira.

Governo anula concurso e pode acionar empresa na Justiça
Segundo a Assessoria de Comunicação, o Governo do Estado resolveu anular os dois concursos – para delegado e para investigador de Polícia Civil – já que ambos foram realizados pela mesma empresa (a MS Concursos), que ganhou a licitação da Sead.

A Assessoria ressaltou que, apesar das denúncias, ainda não há provas da ocorrência de fraude.
“Segundo a perícia, houve violação de um dos envelopes, o que pode até significar uma tentativa de fraude, mas não exatamente a consumação da fraude. Mesmo assim, para reguardar a transparência, o Governo resolveu anular os dois concursos”, disse o assessor.

Ele admitiu que também ocorreram problemas de logística, como a falta de controle dos candidatos e de segurança das provas.
“A empresa prometeu mundos e fundos e não cumpriu. Houve, portanto, uma ruptura do contrato. E o Estado está estudando as medidas cabíveis, com possibilidade, inclusive, de entrar na Justiça, para que a empresa devolva o dinheiro já recebido, que é de cerca de R$ 400 mil”, informou.

O assessor disse, ainda, que o Estado irá devolver os valores de inscrição pagos pelos candidatos. No entanto, quem optar por não receber o dinheiro de volta pode já permanecer inscrito para o novo concurso, que deverá ser realizado até o próximo dezembro.
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* Texto extraído do blog "A Perereca da Vizinha", da Jornalista Ana Célia Pinheiro.

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Carminha rouba 10 milhões de reais da FUNCEFET (Fundação de apoio aos ladrões do IFPA)

 
Parece cena da novela das oito, que passa às nove horas. Dois dias depois de o santo professor do IFPA, Edson Ary, sair da cadeia, junto com os seus compars.., digo colegas de profissão, foi feito um saque da conta da FUNCEFET, Fundação de apoio à pilantragem iefepeana, na ordem de 10 MILHÕES DE REAIS.
Dizem as más línguas que tudo ocorreu por um descuido cinematográfico. A Justiça da novela "CORRUPÇÃO BRASIL" se esqueceu de bloquear a conta da FUNCEFET e Carminha, para se vingar de NINA, que queria comprar um apartamento na Doca de Souza Franco, sacou a vultosa quantia, escondendo-a no iate do seu amante MAX FONTES, que estava aportado no lago do Guamá, mais precisamente na Marina conhecida como BOLE BOLE.   
Hoje, poucos dias antes do fim da trama, ninguém sabe onde a grana foi parar, afinal, como é de praxe, a verdade somente será revelada no último capítulo. Mas Carminha tenta procrastinar o desfecho penitenciário que lhe espera com um inepto HABEAS CORPUS PREVENTIVO, embora, como se sabe, na ficção, os bandidos sempre levam a pior.
Porém, como a novela ainda não terminou, convém fazer uma enquete e perguntar aos ilustres telespec..., digo leitores do blog Wolgrand fala:
VOCÊ SABE ONDE ESTÃO OS 10 MILHÕES DE REAIS ROUBADOS DA FUNCEFET?     

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Delta Construção foi beneficiada irregularmente pelo Governo JATENE, segundo blog “A perereca da Vizinha”. Licitação de veículos destinados à Segurança Pública teria sido manipulada para beneficiar Carlinhos Cachoeira.


 O Ministério Público Estadual deverá ajuizar Ação Civil Pública (ACP) por improbidade administrativa contra os responsáveis pelo Pregão Eletrônico realizado no ano passado para o aluguel de veículos aos órgãos do Sistema de Segurança Pública do Pará.
egundo o promotor de Justiça Nelson Medrado, das Promotorias dos Direitos Constitucionais e Patrimônio Público, o grupo técnico do Ministério Público Estadual constatou que houve fraude no Pregão Eletrônico, com o objetivo de possibilitar a contratação da empresa Delta Construções, a grande vencedora do certame.

“O Grupo Técnico atestou que houve direcionamento, restrição à competitividade na licitação”, disse Medrado.
Entre as irregularidades detectadas está a falta de apresentação da planilha com o custo unitário de locação desses veículos. Outro problema é a incompatibilidade entre o objeto licitado (o aluguel de carros) e a atividade empresarial registrada pela Delta no Pará.

“A sede da Delta, no Rio de Janeiro, possui a locação de automóveis entre os seus objetos sociais. Mas a Delta, no Pará, não possui esse objetivo”, explicou o promotor.
O Pregão 003/2011, em Sistema de Registro de Preços (SRP), foi realizado pela Secretaria Estadual de Segurança Pública (Segup) em maio do ano passado.

O certame rendeu à Delta, inicialmente, mais de R$ 22 milhões por ano em contratos para a locação de viaturas à Polícia Militar, Polícia Civil, Instituto de Perícia Científica Renato Chaves, Superintendência do Sistema Penal (Susipe), Secretaria de Estado de Segurança Pública (Segup) e, ainda, à Casa Militar do Governo do Estado, que embora não integre o Sistema de Segurança Pública aderiu à Ata do Pregão.
No entanto, algumas dessas contratações receberam aditivos de preço, no primeiro semestre deste ano. Além disso, também a Defensoria Pública contratou os serviços da empresa e a Segup fechou mais dois contratos, ainda com base naquele Pregão.

O maior contrato da Delta no Pará é com a Polícia Militar. O valor inicial era de R$ 14 milhões por ano, mas um aditivo de preço, em abril último, turbinou a contratação em R$ 3,5 milhões, elevando-a para mais de R$ 17,6 milhões anuais.
A Delta é acusada de integrar a organização criminosa do bicheiro Carlinhos Cachoeira, que seria sócio oculto da empresa.

Além de lavagem de dinheiro, corrupção de políticos e funcionários públicos, fraudes em licitações e outros crimes, a quadrilha de Cachoeira também estaria envolvida em ameaças a um juiz federal e a uma procurada de Justiça.
Em junho último, a Controladoria Geral da União (CGU) declarou a empresa inidônea, proibindo-a de firmar contratos com órgãos públicos.
A investigação do Ministério Público Estadual sobre o Pregão 003/2011 e os contratos da Delta com o Sistema de Segurança Pública do Pará foi aberta a partir de denúncia do cidadão José Francisco de Oliveira Teixeira, que trabalha no Ministério Público do Amapá e leu as reportagens publicadas pela Perereca da Vizinha

Jordy e o PPS - Partido dos Parasitas Sociais (texto elaborado em 2010 e publicado no Recanto das Letras)


“Hoje, quem quiser redescobri-la (a natureza)
Terá de apelar para o exemplo dos animais,
Nos quais ela permaneceu inacessível à corrupção
E à versatilidade das opiniões. É verdade que
Os animais nem sempre seguem o caminho
Traçado pela natureza, mas afastam-se
Tão pouco dela que não se perdem nunca”
(Montaigne 1533-1592)

No afã de compreender o comportamento humano, muitos filósofos observaram o mundo natural acreditando que poderiam traçar um paralelo entre o homem e alguns animais. Outros pesadores atribuíram à racionalidade a causa de certos males, considerando-a como empecilho a uma relação sem preconceitos com as coisas da natureza (incluindo os seres humanos).

Michel de Montaigne, filósofo francês do século XVI, viveu na época áurea das colonizações e se contrapôs a idéia vigente da superioridade dos europeus aos “selvagens” da América. Em sua obra, “Ensaios”, retomou a idéia aristotélica de que o homem é um ser natural. Entendia que para superarmos as nossas inadequações físicas, morais e intelectuais, que desenvolvemos ao longo da vida, devemos aprender com os animais. Para o filósofo os animais, como nós, possuem sentimentos e inteligência, o que nos diferencia é a comunicação. Eles possuem uma sabedoria natural em suas relações com o corpo, pois não possuem constrangimentos, vergonhas e pudores. Para nos lembrar da condição natural a que estamos sujeitos, dizia que “reis e filósofos defecam”.

Não há dúvida que a natureza é um excelente ponto de partida para a reflexão. Se nos reportarmos à conduta política, a semelhança do homem com os outros seres vivos é ainda maior. Analisemos o caso dos ilustres integrantes do Partido Popular Socialista – PPS no Estado do Pará. Não há como pensar na conduta dessas pessoas sem nos reportarmos à natureza, mais especificamente aos seres conhecidos na biologia como PARASITAS.

Aprendemos, ainda nos verdes anos de formação acadêmica, que os parasitas são organismos que vivem em associação com outros seres, dos quais retiram os meios para a sua sobrevivência. Eles se caracterizam pela dependência do hospedeiro a ponto de, normalmente, fenecerem quando este perece. Do ponto de vista de quem os abriga, são classificados em parasitas necessários e facultativos. Os primeiros possuem dependência total dos hospedeiros; os outros, optam em parasitar, embora possam viver sem essa prática deletéria.

O que parece uma aula de biologia, na verdade, é a descrição fidedigna do comportamento dos integrantes do PPS. Este é um partido político que está entre os chamados “nanicos” e os grandes. Por não possuírem uma identidade definida, aliada à vontade de se robustecerem, optam, como os parasitas facultativos, em sugar os nutrientes de certos hospedeiros, que os abrigam sem qualquer cerimônia por pura interdependência fisiológica.

O Chefe dos parasitas sociais paroaras, Arnaldo Jordy, não perdeu tempo. No início deste ano declarou incontido apoio ao candidato ao governo do Estado do Pará, pelo Partido da Social Democracia Brasileira – PSDB, Simão Jatene, para as próximas eleições. Jordy e o seu grupo infectante não vêem cara nem coração. Apóiam qualquer um que lhes dê o alimento de que precisam para a engorda, independente da coerência entre a sua ideologia (se é que existe) e a dos hospedeiros, nem mesmo consideram os planos pragmáticos destes. É o que se pode chamar em linguagem chula e anacrônica de “ALAÚÇA” ou “JOGAR NO PISÃO”, isto é, não há critério racional e ético para a permuta. Depois que se joga à multidão, o usufruto da coisa será de quem primeiro se dispuser a pegá-la.

É importante frisar que o PPS não é um parasita qualquer. O hospedeiro tem de ser de boa linhagem, pelo menos do ponto de vista material. Quem gosta de “puta pobre” é intelectual. Basta lembrar que no segundo turno das eleições municipais de 2006, para o cargo de prefeito da capital paraense, Jordy e companhia se agarraram ao candidato José Priante do PMDB na expectativa de sugá-lo. Como esse hospedeiro, naquelas eleições, teve vida curta, os parasitas sociais não conseguiram completar o seu ciclo vital. Isso mostra que o ato de parasitar tem os seus reveses, mas como essa prática é o caminho mais curto para a prosperidade política, esses helmintos continuam em atividade.

De tanto sugarem os nutrientes alheios, hoje, Jordy e sua horda gozam de notório respeito na terra do açaí e do asfalto, a ponto de exigirem certas condições para parasitarem os outros. Eles se dão ao luxo de somente exercerem o seu ofício se o hospedeiro se dispuser a pagar o preço previamente estabelecido. Do PSDB requereram "apenas" o cargo de vice-governador do Estado ou de senador da República. Só não pleiteou o cargo majoritário, porque atenta contra as leis naturais. Os parasitas devem se contentar em ser acolhidos, nada mais.

Assim os ciclos “naturais” da política paraense vão se realizando, embora um pouco diferente de outros ciclos vitais, onde um elemento da cadeia alimentar morre para a sobrevivência do outro. Na biologia marajoara, os hospedeiros e parasitas nunca morrem, para a desgraça de todos nós.

domingo, 16 de setembro de 2012

Candidatos denunciam fraude no concurso da Polícia Civil (extraído do Blog da Franssinete Florenzano)




 
Hoje, durante a prova objetiva do concurso para delegado de Polícia Civil em Belém do Pará, na Escola Estadual Eunice Weaver (Rodovia Artur Bernardes/Rua Capricórnio s/nº - Pratinha I) o pacote de provas da sala 16, período matutino, que deveria estar lacrado, chegou com dois rasgos e a primeira prova de um dos pacotes sem o grampo, rasgada e amassada, ficando nítido ter sido extraída cópia reprográfica.
 
Os candidatos tiraram fotos tanto do pacote quanto da prova e chamaram a polícia civil - que esteve lá, mas não impediu o andamento do certame. Questionados, os fiscais nada fizeram. Amanhã os candidatos irão ao Ministério Público denunciar o fato e pedir providências. Não à toa, todos estão revoltados. Afinal de contas, se prepararam. Investiram dinheiro e tempo em cursos, inscrição, abriram mão de lazer e até de reuniões em família. Confiram a imagem feita pela candidata Bianca Torquato Burlage, que veiculou a denúncia no Facebook.

A insegurança no interior do Pará: mais uma vez Wolgrand "cantou a pedra", mas o MP atua como se estivéssemos na Suíça


São Miguel do Guamá: mais um município do interior do Pará vítima da inércia do Governo do Estado.

 
Cerca de 15 homens armados com fuzis causaram pânico durante a madrugada desta terça-feira (11), na cidade de São Miguel do Guamá, no nordeste do Pará. O bando saqueou uma agência bancária no município e fugiu com malotes de dinheiro em uma carreta pela BR-316.

Ao chegar a cidade, o bando efetuou vários disparos pelas ruas, acordando e assustando a população. Para evitar a ação da polícia, os assaltantes se dividiram, uma parte atacou um quartel da Polícia Militar onde dormiam seis policiais.

Outro grupo foi para a agência e explodiu bananas de dinamite para invadir e roubar o local. Com o impacto da explosão, apenas as paredes laterais ficaram de pé no banco.

Um reforço policial foi enviado ao município. Pessoas que testemunharam ação criminosa devem ser ouvidas pela manhã. Não há registro de feridos. Ninguém foi preso.

domingo, 9 de setembro de 2012

GUERRA INTERNA INSTALADA. (Walmari Prata Carvalho)

O Diário do Pará de hoje edita texto do camarada Rufino Almeida. A visão do escritor vai ao encontro de grande parcela da sociedade, de que estamos inseridos em uma guerra interna, que dificilmente será ganha pelo aparado estatal de defesa da sociedade.
  
Diariamente assistimos homicídios, estupros, seqüestros e tantos outros crimes serem noticiados pelos meios de comunicação. Quando existe êxito na ação do Estado, os facínoras são recolhidos aos nossos presídios, verdadeiras universidades de Pós-Graduação da criminalidade. O que fazer com Fernandinho Beira-Mar e assemelhados, que todos sabem não possuir recuperação. Especificamente para estas pessoas, se a sociedade fosse ouvida em plebiscito, provavelmente pediria a Pena de Morte, mas, nossa Constituição não a prevê, então o que fazer em nossa defesa? A Constituição em seu nº III Art. 1º diz que a República tem como fundamento a dignidade da pessoa humana, vejam bem, humana. Humano é o seqüestrado que perde sua dignidade; neste momento o seqüestrador esta sendo humano?
Em seu nº III do Art. 3º diz erradicar a marginalização. Como erradicar a marginalização inerente ao DNA do marginal irrecuperável, como Fernandinho e afins?

Em seu Art. 5º diz que todos são iguais perante as leis. Como igualar um cidadão de bem com facínoras desumanos, que nos obrigam e fazem coisas em detrimento das leis?
Sabemos que o Povo é, a princípio, comunidades humanas que geralmente reinvidicam para si, uma estrutura social e política, bem como um território, e, em torno disto balizam suas condutas e aceitam a lei maior como norteadora de suas vidas. Nesta condição é que se assenta o vinculo que une estes indivíduos, determinando entre eles a convicção de um querer viver coletivo, que emerge uma Nação. Estes criminosos não comungam desta convicção, criam leis próprias, e não respeitam as estatuídas pela Nação.

A Constituição no nº I do Parágrafo 4º do Art. 12 diz, “será declarada a perda da nacionalidadedo brasileiro em virtude de atividade nociva ao interesse nacional”. Nada é mais importante para uma Nação, do que o bem estar e a segurança de seu povo.
O Art. 84 diz que o Presidente da República poderá declarar guerra, no caso de agressão estrangeira.

A letra “a” do nº XLVII do Art. 5º diz que somente em caso de guerra declarada poderá existir a pena de morte.
A agressão estrangeira não esta só na invasão territorial e belicosa por outro País, a agressão existe internamente, realizadas por facínoras, que se organizam criminosamente e defendem uma estrutura antagônica e paralela, às aceitas pelo Povo e sustentadas pela Nação. São verdadeiros mercenários, que recebem de fora do Brasil, o tóxico e o armamento. São piores do que invasores estrangeiros, pois matam, estupram e roubam o cidadão da Nação, que deveriam defender, mas, pelo livre arbítrio não o fazem. Porque não considerá-los estrangeiros, tirando-lhes a nacionalidade que não valorizam, e nesta condição, declarar-lhes guerra, com uso inclusive das Forças Armadas, e ai julgá-los por um tribunal de guerra com penas inerentes, inclusive à de Morte.

A visão humanística, na situação que se apresenta a Segurança Pública da Nação, tem de se preocupar em priorizar os que seguem o Estado e Direito, caso em contrário estará exercitando a hipocrisia.
Belém 05 de setembro de 2012.

WALMARI PRATA CARVALHO

JATENE e ANA JÚLIA sao investigados por irregularidades em locaçao de viaturas para a PM

IstoÉ/MP - 08/09/2012

 

Na retomada dos trabalhos após as eleições, mais dois governadores – um do PSDB, outro do PT – correm o risco de ser convocados pela CPI do Cachoeira.
O tucano Simão Jatene, atual governador do Pará, e sua antecessora, a petista Ana Júlia Carepa, estão no centro de investigações da Polícia Federal e do Ministério Público por conta de contratos milionários, e muito suspeitos, com a Delta Construções S/A. A empreiteira, acusada de integrar o esquema de corrupção do bicheiro Carlinhos Cachoeira, faturou cerca de R$ 250 milhões nas gestões de Ana Júlia e Jatene com obras rodoviárias e locação de veículos.
Inquéritos a que ISTOÉ teve acesso revelam uma série de irregularidades na execução desses contratos. Um dos casos mais flagrantes envolve a locação de milhares de viaturas para os órgãos da Segurança Pública.
O promotor de Justiça do Patrimônio Público, Nelson Medrado, assinou na terça-feira 4 ofício em que pede explicações sobre o processo de seleção da empreiteira no ano passado e de aditivos firmados em julho deste ano, exatos 11 dias depois de a Delta ser declarada inidônea pela Controladoria-Geral da União. Ao entrar na lista negra de fornecedores, a empresa fica proibida de participar de licitações e assinar novos contratos com o poder público.
Medrado entende que qualquer administração deve zelar pelo dinheiro público e, por isso, a declaração no âmbito federal também vale para os Estados. “Até onde pude saber, esse tipo de coisa só aconteceu aqui no Pará. Há suspeita de ato de improbidade administrativa”, disse. SUSPEITA Aditivo foi assinado por Simão Jatene (à dir) 11 dias depois de a Delta ser declarada inidônea. Primeiro contrato ocorreu na gestão de Ana Júlia (à esq) Uma apuração feita pela equipe técnica do MP estadual constatou indícios de fraude. Para fechar o negócio com o governo, a Delta usou o CNPJ de sua filial em Belém. O braço paraense da empresa, no entanto, não tinha entre suas atividades econômicas a locação de veículos, segundo Medrado. “Ela usou o mesmo CNPJ do contrato de obras e não tinha habilitação legal para alugar veículos”, diz o promotor.
O contrato original previa o pagamento de R$ 14 milhões anuais por 450 veículos só para a PM – maior fatia do contrato de R$ 22 milhões com a Secretaria de Segurança Pública. O polêmico aditivo elevou para R$ 17,6 milhões o valor dos repasses à empreiteira. Jatene, curiosamente, foi um dos maiores críticos dos contratos entre a Delta e o governo de Ana Júlia Carepa. A gestão petista foi quem abriu as portas para a empreiteira na locação de viaturas, a partir da adesão a uma ata de registro de preços de Goiás, terra de Cachoeira, onde ele mantinha um exército de informantes infiltrados justamente na área de segurança pública.
A gestão de Jatene, além de negociar o novo contrato com a Delta, ainda manteve os repasses do que havia sido tratado pelo governo petista. "Há suspeita de ato de improbidade administrativa" Nelson Medrado, promotor A PF suspeita que esse e outros contratos tenham sido usados para abastecer o caixa 2 de campanhas políticas.
Na investigação que resultou na prisão em Belém do ex-diretor da Delta no Nordeste Aluízio Alves de Souza, os agentes encontraram indícios de que o esquema de fraudes em licitações, com superfaturamento e desvio de verbas, alcançou as obras locais.
Uma delas é a construção da avenida Independência e viadutos de acesso, que consumiu mais de R$ 100 milhões, valor liquidado às pressas pela governadora – que buscava a reeleição – em plena campanha de 2010. Até o início deste ano, a obra ainda não havia sido entregue ao governo por conta de irregularidades identificadas pela fiscalização.
Procurados, Jatene e Ana Júlia não retornaram o contato até o fechamento da edição.



 



sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Patria Minha (Vinícius de Moraes)



A minha pátria é como se não fosse, é íntima
Doçura e vontade de chorar; uma criança dormindo
É minha pátria. Por isso, no exílio
Assistindo dormir meu filho
Choro de saudades de minha pátria.

Se me perguntarem o que é a minha pátria direi:
Não sei. De fato, não sei
Como, por que e quando a minha pátria
Mas sei que a minha pátria é a luz, o sal e a água
Que elaboram e liquefazem a minha mágoa
Em longas lágrimas amargas.

Vontade de beijar os olhos de minha pátria
De niná-la, de passar-lhe a mão pelos cabelos...
Vontade de mudar as cores do vestido (auriverde!) tão feias
De minha pátria, de minha pátria sem sapatos
E sem meias pátria minha
Tão pobrinha!

Porque te amo tanto, pátria minha, eu que não tenho
Pátria, eu semente que nasci do vento
Eu que não vou e não venho, eu que permaneço
Em contato com a dor do tempo, eu elemento
De ligação entre a ação o pensamento
Eu fio invisível no espaço de todo adeus
Eu, o sem Deus!

Tenho-te no entanto em mim como um gemido
De flor; tenho-te como um amor morrido
A quem se jurou; tenho-te como uma fé
Sem dogma; tenho-te em tudo em que não me sinto a jeito
Nesta sala estrangeira com lareira
E sem pé-direito.

Ah, pátria minha, lembra-me uma noite no Maine, Nova Inglaterra
Quando tudo passou a ser infinito e nada terra
E eu vi alfa e beta de Centauro escalarem o monte até o céu
Muitos me surpreenderam parado no campo sem luz
À espera de ver surgir a Cruz do Sul
Que eu sabia, mas amanheceu...

Fonte de mel, bicho triste, pátria minha
Amada, idolatrada, salve, salve!
Que mais doce esperança acorrentada
O não poder dizer-te: aguarda...
Não tardo!

Quero rever-te, pátria minha, e para
Rever-te me esqueci de tudo
Fui cego, estropiado, surdo, mudo
Vi minha humilde morte cara a cara
Rasguei poemas, mulheres, horizontes
Fiquei simples, sem fontes.

Pátria minha... A minha pátria não é florão, nem ostenta
Lábaro não; a minha pátria é desolação
De caminhos, a minha pátria é terra sedenta
E praia branca; a minha pátria é o grande rio secular
Que bebe nuvem, come terra
E urina mar.

Mais do que a mais garrida a minha pátria tem
Uma quentura, um querer bem, um bem
Um libertas quae sera tamem
Que um dia traduzi num exame escrito:
"Liberta que serás também"
E repito!

Ponho no vento o ouvido e escuto a brisa
Que brinca em teus cabelos e te alisa
Pátria minha, e perfuma o teu chão...
Que vontade de adormecer-me
Entre teus doces montes, pátria minha
Atento à fome em tuas entranhas
E ao batuque em teu coração.

Não te direi o nome, pátria minha
Teu nome é pátria amada, é patriazinha
Não rima com mãe gentil
Vives em mim como uma filha, que és
Uma ilha de ternura: a Ilha
Brasil, talvez.

Agora chamarei a amiga cotovia
E pedirei que peça ao rouxinol do dia
Que peça ao sabiá
Para levar-te presto este avigrama:
"Pátria minha, saudades de quem te ama...
Vinicius de Moraes."




 

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Educação brasileira é a 116ª no ranking e impede melhor colocação do país entre as economias mais competitivas do mundo, segundo o Fórum Econômico Mundial


A resposta ao professor Marco Sussuarana do IFPA

         Prezado prof. Walber,
  
Acho a atitude deste senhor lamentavél. Creio que se o nome dele aparece nas denúncias, então ele deveria ir até a justiça procurar alguma forma de reparação e não agir de forma a agredi-lo.

Em tempo, o senhor me colocou na lista de quem recebeu indevidamente bolsa do PRONATEC, porém em momento algum pensei em ofendê-lo seja de qualquer forma. Mas sim, irei provar que recebi a bolsa por ter realmente trabalho e ter como provar.
 
Em tempo, desculpe mais uma vez pelo "em tempo", assim que as aulas do PRONATEC retornarem (não sei quando...) convido-o a assistir algumas aulas, até mesmo para saber das dificuldades que nós (supervisor, alunos(as), professores) temos passado.
 
Caro prof. Wolgrand, sem mais no momento gostaria de lhe desejar tudo de bom e continue sempre com as suas denúncias, mesmo que sem querer atinja pessoas inocentes. Creio que o "fogo amigo" faça parte do jogo democrático.

Atenciosamente,

prof. Marco Sussuarana
    ....................................................................
Caro Professor Marco Sussuarana,
 
Em momento algum disse que o senhor ou qualquer servidor, beneficiado com bolsa pecuniária de qualquer natureza, não trabalhou neste ou naquele programa. Minhas denúncias não se referiram ao trabalho, mas ao irregular pagamento dessas bolsas. Questionei os atos da Administração, pois esses pagamentos, embora possíveis segundo a legislação pertinente, não observaram aos rituais previstos nela.
 
Vou esclarecer melhor:
 
No caso das bolsas da Universidade Aberta (UAB), somente podia receber quem exercesse uma das funções previstas no regulamento desse programa e estivesse cadastrado em determinada plataforma do Governo Federal. No entanto, as bolsas foram pagas sem a observância dessas exigências legais e com recursos do orçamento do IFPA, quando existiam recursos específicos para tal.  
 
No PRONATEC, as bolsas foram pagas antes de qualquer processo seletivo e nomeação das pessoas habilitadas para exercer as funções remuneradas, previstas na regulamentação do programa. Pode ser que alguém tenha trabalhado, mas se o fez, certamente não estava investido legalmente da função, como determina a regulamentação.
 
Quero lembrá-lo que estamos no serviço público e como tal certas formalidades são necessárias. Primeiro investe-se o servidor no cargo ou função, depois se remunera com os recursos destinados para tal fim. É algo tão simples que a ignorância não é causa de justificação do erro.
 
Vou lhe dar outro definitivo e verdadeiro exemplo de como as coisas estavam “avacalhadas” no IFPA. Duas professoras substitutas trabalharam além do tempo legal de investidura no cargo público temporário, ou seja, de dois anos, sob a promessa de receberem os salários correspondentes ao período excedente. Legalmente isso não é possível, mas alguém, por meio de despacho, assegurou que as mesmas receberiam os referidos valores pecuniários. Acertadamente a atual gestão não autorizou o pagamento. Agora imagine se as professoras recebessem o pagamento e o professor Walber denunciasse o fato. Quem estaria errado: as professoras, que trabalharam; a Administração que pagou o serviço; ou o professor que denunciou?   
 
Lamento que algumas pessoas não entendam isso, mas fico satisfeito que o senhor tenha compreendido, afinal não sou inimigo de qualquer servidor do instituto, apenas me expresso ante as coisas que julgo equivocadas.
 
Um abraço do Professor Walber.    
 

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Dai a Cesar o que é de Cesar e a Deus o que é de Deus! (Texto encaminhado ao blog por um internauta anônimo)

Caro Major muito me enojou ao ver esta matéria na pagina oficial da PMPA, no dia 31/082012

FORMATURA NO QCG HOMENAGEIA CABO PM ANTONIA: Na formatura matinal da quinta-feira (30), no complexo do quartel do Comando Geral da PMPA foi realizada a homenagem à cabo PM Maria Antonia Pantoja dos Santos, a qual ingressa na inatividade da corporação, após vinte e cinco anos de dedicação à PMPA.

O tenente coronel PM Raimundo Aquino de Souza Dias, Ajudante Geral da PMPA, que esteve à frente da atividade militar, destacou a importância do trabalho desenvolvido pela praça, com a qual teve a oportunidade de trabalhar e desejou, junto com todos os presentes, felicidades para a policial, nesta nova fase de sua vida.

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Acho muito que a CB ANTONIA seja a única praça que tenha direito de receber honras com direito a banda de música e tudo mais no pátio do COMANDO GERAL, sim afinal quantas centenas de praças e até mesmo de oficial saíram desta corporação depois de trabalhar dezenas de anos sem direito ao um: "até logo", "muito obrigado" e por ai vai........

Não, não trabalham no COMANDO GERAL são policiais COMUNS que não merecem esta honra e mais um exemplo de como e o "apartheid" dentro da PM muitos são tratados com honras e outros na porrada, não desmerecendo a CB ANTÔNIA, mas quantas "CB ANTÔNIA e CB ANTÔNIO" existiram na ativa desta PM que um dia saíram com a magoa de ter tantos anos de dedicação reconhecidos ao termino de uma jornada.

 

EU VI POLITICA SERÁ QUE VI? (Walmari Prata Carvalho)


Somos aviltados rotineiramente com inúmeros realities show. Divergente no roteiro, mas, do mesmo conteúdo duvidoso, porem, ate mais hilário, agora passamos a assistir a propaganda eleitoral gratuita. Atores, a maioria de qualidade duvidosa a representar aquilo que dificilmente serão ou farão, alguns se limitam a ler mensagens que nem eles mesmos acreditam. . Figuras esdrúxulas a cavalgar na hipocrisia, salvo pequeníssimas exceções, na realidade a visão que o povo tem da classe condicionam-nos a assisti-los como uma engendrada comedia facciosa.

Os pretensos do legislativo prometem exercer atribuições do executivo, e, vice-versa. Os antes coligados se atacam condenando o que foi feito ou deixado de fazer, mesmo quando lá atrás juntos estavam.

Ao escutá-los de imediato me vem à mente a figura do jogador da mega sena acumulada, que ao ser inquirido pela reportagem sobre o destino que daria ao dinheiro caso fosse o sorteado, imediatamente transforma-se num filantropo.

Não precisa prometer o improvável, basta exercitar com ética tudo que se encontra estabelecido em leis; dar continuidade as boas obras já iniciadas; valorizar a técnica do servidor público; não lotear os cargos em nome da governabilidade; extirpar o nepotismo, e, conduzir-se dentro dos preceitos éticos e morais que se espera de todo cidadão de bem. Quando esta bandeira for levantada, e exercitada na plenitude por qualquer candidato o êxito a ele chegara normalmente, pois, o povo esta cansado de promesseiros, na realidade deseja um personagem possuidor de valores humanos, que na pratica sejam empregados em beneficio e defesa da sociedade. Como dificilmente isto veremos, então eu me pergunto: EU VI POLITICA SERÁ QUE VI?, Eu vi jovem brandindo bandeiras sem ideologias ou idéias. Eu vi o necessitado ser comprado por um trocado. Eu vi o semelhante vestir camisa sem sentimento. Vi e ouvi a poluição sonora dos treme-terras. Assisti os lares serem invadidos pela demagogia. Vi minha cidade ser enlameada pela panfletagem. Vi exigirem da autoridade à facilidade. Vi tanta promessa mirabolante. Lembram-se o que diziam nos alto-falantes? Vi amigos cultos e até formados brigarem de morte. Nem ao menos observavam serem os mesmos o transporte, do candidato ao poder, e, que depois de endeusados o transporte vai esquecer. Os amigos do passado, sem os louros ficarão, os resquícios da batalha suas famílias assimilarão. Minha gente para que isto, partido é agremiação, hoje estou num amanhã em outro, o jogo tem tempo e a vida não. Eu vi política será que vi?.......SERÁ QUE VEJO?

Belém, 03 de setembro de 2012.

WALMARI PRATA CARVALHO
walmariprata@hotmail.com

 

A Democracia é apenas um instrumento por meio do qual os aristocratas exercem o poder


Extraído de: Jornal Correio Lageano - 31 de Agosto de 2012

Ayres Britto diz que lei foi alterada pra beneficiar réus do julgameno do mensalão

Brasília, 31/08/2012, Pop News Brasil

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Carlos Ayres Britto, afirmou que um projeto de lei foi alterado propositalmente para influenciar o julgamento do mensalão e beneficiar alguns réus. Para ele, a manobra é um atentado veemente, desabrido, escancarado à Constituição.

Ayres Britto se refere à lei 12.232, sancionada pelo ex-presidente Lula em 2010 e que trata da contratação de publicidade por órgãos públicos. Durante a tramitação na Câmara, o projeto foi alterado por deputados do PT e do PR.

Segundo o ministro, o texto foi alterado para legitimar a ação pela qual os réus eram acusados, como os repasses de bônus-volume comissão que as agências recebem das empresas de comunicação como incentivo pelos anúncios veiculados. A proposta permitia que as agências ficassem com o bônus.

No processo do mensalão, o publicitário Marcos Valério foi acusado de ficar com R$ 2,9 milhões de bônus que deveriam ser repassados para o Banco do Brasil. O Tribunal de Contas da União (TCU) usou a lei para validar a ação de Valério.

domingo, 2 de setembro de 2012

Agregação de PMs: a grave denúncia de um internauta anônimo


1.   O Senhor esta falando da situação dos que estão babando ovo, há anos na Pm e que não é da gestão do Solano e sim a décadas e décadas esta situação existe dentro da PM, trabalhei muitos anos no setor de departamento pessoal da PM, e sempre observei PM"s passarem até mais de dez anos como um que passou quase décadas no consulado americano e só sai de lá para ser promovido e para a reserva, este é só um exemplo conheço vários, que não querem trabalhar mais querem vantagens e ser promovidos
2. Porém Major tem um fato que eu considero ainda mais grave que é a dos condenados de justiça que pela a lei a partir do momento que eles passam a cumprir a pena eles tem que ser agregados, porem o que acontece eles não são agregados e quando sai como é o caso do SGT CASTRO que passou mais de sete anos cumprindo pena e saiu e foi promovido por antiguidade a sargento ocupando a vaga de quem estava trabalhando, se o senhor que verificar a situação dos policias que estão no ANASTÁCIO DAS NEVES são raros os que estão agregados, ou seja e uma verdadeira farra, estão cumprindo pena e ainda saem com direito a promoção, licença especial quinquênio e tudo que tem direito, resumindo o dançar das cadeiras na DP, faz com que não se cumpra a lei e ainda lhe digo tem gente que trabalha ali e não sabe nem o que esta fazendo ali dentro.
3.  Lhe falo mais quanto estas agregações espere até os PROTETORES desses policiais que foram agregados mexerem "os pauzinhos" vc vai ver no que vai dar isso pois lhe digo falo com conhecimento de causa o comandante geral pode até querer cumprir a lei porém lhe falo, a pressão que ele vai sofrer vai ser tanta para deixar de perseguir os apadrinhados que isso não vai muito longe, pois lhe pergunto os policiais que estão a disposição da CCSQCG, em órgãos de natureza não militar foram todos agregados? Quem viu?????????

sábado, 1 de setembro de 2012

SINASEFE cria coragem e faz exigências ao novo reitor do IFPA (Ou: “Quando o adversário é aparentemente mais fraco, até os medrosos o desafiam”)

 
Durante 07 anos e 10 meses o ex-reitor do IFPA Edson Ary reinou absoluto no exercício do cargo. Praticou toda sorte de ilegalidades nas “barbas” de toda comunidade acadêmica do instituto. Com exceção do professor Walber Wolgrand – que denunciou as ilegalidades várias vezes e até foi demitido pelo corrupto gestor – todos COLOCARAM O RABO ENTRE AS PERNAS.   

O SINASEFE, sindicato dos servidores da educação federal, não foi exceção. Durante a gestão “Ary Fontes” se limitou a fazer greves e não questionou um único ato administrativo. Somente depois que Ary foi preso pela Polícia Federal, em junho deste ano, o sindicato organizou, no mês de julho, em pleno período de férias e “greve”, um ATO CONTRA A CORRUPÇÃO. Como um garoto esperto, jogou a primeira pedra quando “o cachorro já estava morto”.

Agora que Ary está afastado do cargo e o IFPA está sob a tutela administrativa de um reitor pró-tempore, designado pelo MEC, como a fênix, o SINASEFE ressurge das cinzas e resolve “FISCALIZAR” a gestão do instituto. Para tanto instituiu o FÓRUM DE ACOMPANHAMENTO DA GESTÃO DO IFPA, tentando convencer a gregos e troianos que está preocupado com o destino do instituto.   

Como medida eficaz para evitar a continuidade da corrupção, o sindicato sugeriu ao novo reitor a exoneração de certos gestores e o esclarecimento de algumas decisões adotadas. Pretende até participar da elaboração do novo calendário acadêmico, após o fim do movimento grevista que comandou. NUNCA SE VIU O SINDICATO TÃO ATIVO E PREOCUPADO COM A GESTÃO DO IFPA.

Como é de costume, recorrerei à psicologia para explicar esse incomum comportamento da “atuante” representação sindical. Acontece que o IFPA se encontra num caos administrativo e o professor Élio de Almeida Cordeiro, novo reitor do instituto, é oriundo do Estado do Espírito Santo e pouco conhece a realidade local, além de não possuir perfil arbitrário como o seu antecessor. Esse ambiente de instabilidade estimulou inúmeros servidores a botar as “unhas de fora” e cobrar aquilo que não exigiram da gestão passada. Ante o professor Ary essas mesmas pessoas “mijavam nas calças” de tanto medo. “Quando o adversário é aparentemente mais fraco, não faltam adversários para desafiá-lo”.

Agora que o Ary foi afastado do cargo, até o SINASEFE criou coragem!          

Wolgrand "cantou a pedra" sobre a agregação de militares no Pará


A resposta do blog a um(a) internauta (Ou: "Querer não é dever")

A pergunta de um(a) anônimo(a) ao blog:

Professor, há possibilidade de V. Sr. responder-me, estou aguardando, as aulas retornarão e quero dar uma resposta aos meninos, é errado ou é correto a instituição contribuir estruturalmente com o grêmio estudantil. Aguardando, abraço fraterno professor.

A resposta do blog:

O Grêmio, em tese, é uma pessoa jurídica de direito privado e como tal pode firmar convênio com a Administração Pública, no caso, o IFPA, desde que o objeto desse “acordo” esteja colimado com o fim das instituições e previsto nos Estatutos e Regimentos das mesmas.

Não obstante, o Grêmio Estudantil Cabanagem do IFPA é uma ficção, ou seja, existe de fato, não de direito. O Estatuto não está registrado em cartório, não possui sede, nem CNPJ. A tal Federação dos Estudantes de Escolas Técnicas é outra grande mentira que apenas os incautos “engolem”. Nem representatividade informal essas “entidades” possuem. Pergunte se a classe estudantil do IFPA se sente representada por elas.

Agora, se “contribuir estruturalmente” é destinar uma sala, com computador e tal para funcionamento do Grêmio, lhe aconselho a não fazer isso. Existe, inclusive, recomendação da CGU para que o Campus Belém retome a sala destinada ao DCE. O mais absurdo é a atividade econômica exercida no interior do IFPA, em nome dessas entidades, sem qualquer amparo legal.

Mas o que eu lhe digo é apenas uma opinião, afinal, no mundo humano, tudo é interpretação. A pedagogia e o Direito tem a função de dizer até onde devemos ir, tomando como base determinado referencial. No caso da Administração Pública esse referencial está, em geral, fora de nós. Ele é objetivo e impessoal. Não devemos agir para agradar, mas para fazer o que a razão prescreve como necessário para a vida gregária. É caminhando nesse sentido que esses campos do saber reivindicam estatuto científico.

O IFPA, na minha opinião, está nessa lamentável situação porque o QUERER se impõe ao DEVER.  

Com um abraço do professor Walber.