domingo, 11 de novembro de 2012

Interior do Pará deprime até delegada de Polícia Civil


O Ministério Público do Estado (MPE), por meio do promotor de justiça de Uruará, Arlindo Jorge Cabral Junior, ajuizou nesta terça-feira (7) ação cautelar inominada, com pedido cautelar, contra o Delegado Geral da Polícia Civil, Nilton Jorge Barreto Ataíde e o delegado de polícia do interior Silvio Cezar Maués Batista.

A ação foi movida em razão de o promotor de justiça ter tomado conhecido que a delegada da cidade Placas, Suelen de Cássia Dantas da Costa, estava sem exercer suas funções há mais de 9 meses. O documento relata que a justificativa dada é que Suelen estaria em depressão.O MP solicita o fornecimento imediato da ficha funcional da delegada. Caso a justiça acate o pedido do Ministério Público, o prazo dado para fornecer estas informações será de 10 dias, com multa diária de mil reais em caso de descumprimento.

Arlindo Cabral relembra que tentou várias vezes, por contatos telefônicos e ofícios, obter informações oficiais sobre a situação. Até o momento, nenhum dos réus deu resposta. O membro do Ministério Público critica ainda que as autoridades competentes não tomaram nenhuma providência para acabar com a descontinuidade na prestação de serviço público que o MP considera essencial. Na avaliação do promotor, “o presente caso pode ensejar inclusive crime de improbidade administrativa dos referidos delegados, bem como crime funcional”, adianta Cabral.

Texto: Nair Araújo (graduanda em jornalismo)
Revisão: Edyr Falcão (Assessoria de Imprensa

 

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