quinta-feira, 15 de novembro de 2012

A vitória dos Guimarães (Walmari Prata Carvalho)

Tive inúmeros comandantes, inúmeros comandantes eu tive.
Porra loucas, inconseqüentes, parciais, inertes, conduzidos.
Comandantes eu tive? Ou um poder de mando a mandar?
Que dizia, mas não fazia que mandava, mas não ia.
Que comandante seria?,se, não convencia.
Mandava porque estava, e, onde estava o respeito ia;
Não comandava, a função conduzia o respeito assim dizia;
A instituição mesmo assim crescia;
Se o que comanda manda divergente, e, mesmo deprimente;
os que seguem não escutam ou respeitam o poder de mando
que a estrutura define,o todo definha,emagrece não cresce.
Os nomeados são acessórios passageiros,
o respeito maior deve se ter sempre na estrutura.
Quando o que senta,se encaixa,o respeito se iguala
nascendo um comandante que conduz,não arrasta.
Alguns chegaram perto,a todos respeitei,poucos pelo que eram;
muitos por onde estavam,e,o que representavam.
Esta percepção precisa percorrer os elos de ligações de todo o corpo
estrutural,quando assim for,compreenderão que comandar,não é mandar;
é mandar com,assim como me fez ver um velho almocadém,
compadre velho de guerra,que pela PM passou;
batalhou ensinou,e,venceu a batalha dos Guimarães,já ouviram falar.
Assim era comandar, sigam-no.Eu tentei me aproximar.

Belém, 7 de novembro de 2012.

WALMARI PRATA CARVALHO-CEL PM RR
walmariprata@hotmail.com

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